Home | Publicações GP | Parceria | rss Rss | Facebook FaceBook | twitter Twitter | Contato

Últimos Posts

Rhanan Gomes garante pódio após corrida eletrizante.




A etapa de Monza da categoria Fórmula N1 não poderia ter sido mais competitiva para a Marsch Team: Rhanan Gomes, nosso "The Doctor" garantiu na etapa passada, um segundo lugar digno de aplausos: o piloto disputou durante toda a prova contra os adversários, buscando ritmo e fôlego para galgar o máximo de posições possíveis ao longo da etapa.

O piloto é o atual vice líder do campeonato já em sua primeira temporada na Liga Neo BR, buscando se garantir entre os primeiros colocados desta que é uma das categorias mais competitivas do AV.

Mais

Novas contratações da Marsch Team


A equipe Marsch Team não tem descansado e vem buscando pilotos talentosos do grid. Isso se confirmou novamente neste final de semana, quando a equipe anunciou dois pilotos que quilate, altamente gabaritados no automobilismo virtual.

Henrique Brasileiro e Marcos Souza, mais conhecido como Marcos SBT, fazem parte do hall de pilotos da #Laranjamecânica, e vão representar a equipe na categoria Fórmula Light da F1BC.

Alan Maestro, chefe da equipe comentou as novas contratações:

"Sem dúvidas, são pilotos extremamente talentosos e vem agregar ao nosso já conceituado staff. Encontrar pilotos gabaritados e ainda disponíveis no mercado, como Henrique Brasileiro e Marcos SBT, é, de fato, uma grande cartada para a Marsch! 
Conhecia Henrique de longa data, no campeonato de número 1 da GreenFlag, e ele resolveu trazer consigo seu companheiro de equipe na atual liga em que participa, ou seja, conseguimos dois pilotos de extrema competência e poderemos nos inserir em ainda mais campeonatos, sem perder a qualidade nas disputas. 

Sem dúvidas, esta é uma semana de festa para a equipe, pois conseguimos fechar a contratação de 4 pilotos com talento e disposição de sobra que certamente buscarão resultados para a equipe".
Os pilotos da Fórmula Júnior foram hoje para a pista de Interlagos apresentar o bólido da próxima temporada da liga F1BC, em evento promocional dos patrocinadores da equipe.

Diego Acebe
do e Israel Alencastro foram anunciados oficialmente e guiaram o GP3 por alguns quilômetros para mostrar ao público o layout da Laranja Mecânica.

A partir de setembro a equipe inicia sua nova empreitada rumo aos lugares mais altos do pódio em outra Liga competitiva e bem conceituada no cenário brasileiro do automobilismo virtual.



A Marsch anunciou hoje pela tarde a contratação do piloto Rachilei Silva, talento que se destacou pela breve atuação na liga GreenFlag AV.

"Estávamos de olho no talento de Rachilei, entretanto ele acabou ingressando em outra equipe. Com a necessidade de fecharmos o time para a liga F1BC, as negociações foram retomadas, e com a recente disponibilidade do piloto no mercado, pudemos acertar os detalhes contratuais restantes. 
Temos a certeza de que o piloto fará a diferença na liga, juntamento com os demais pilotos da equipe disputando a categoria Light. Serão dois times de talento ímpar, estamos otimistas quanto aos resultados e extremamente satisfeitos com as equipes das quais dispomos".
Com a contratação de Rachilei, a Marsch Team completa o staff que competirá nas categorias da Liga F1BC.


Mais

Marsch vence em Curitiba - categoria Turismo N2 - Neo BR




Fantástico poderia ser um adjetivo para expressar a etapa da categoria Turismo N2 da Liga Neo BR da Marsch: duas baterias, com três pilotos no pódio.

Breno Augusto, na primeira bateria, manteve-se consistente e conseguiu um excelente 3º lugar. Infelizmente, quando vinha bem na segunda parte da prova, acabou sendo tocado, perdendo muito tempo na caixa dew brita, sendo prejudicado no segundo momento da prova.

Aledesta Senna mostrou que a aposta de" jovem promessa" vingou: o piloto finalizou a primeira etapa em 6º lugar, e na segunda bateria, conseguiu nada menos que o terceiro posto, representando a Marsch em seu primeiro pódio. O piloto vem em fase ascendente no campeonato, recebendo apoio da equipe.

Mas a estrela da noite, sem dúvidas, brilhou sobre Renan Barbosa, que substituiu nosso piloto Marcelo Becker, impossibilitado de continuar a presente temporada. Renan informou na cabine de transmissão que seu objetivo seria concluir as duas baterias entre os 10 melhores colocados, ideia humilde para o que ocorreria: uma vitória na estreia, no seu segundo dia de atividades com o carro. O piloto disse estar extasiado pelo resultado, estímulo este que certamente contribuirá para a continuidade do trabalho visando ainda mais vitórias. 

A etapa foi palco de grandes disputas, sendo uma das mais emocionantes da equipe, nas palavras do chefe de equipe Alan Maestro.
 

Mais

Marsch Team fatura o terceiro lugar no Campeonato de Construtores da Turismo N1 da liga Neo BR







A Marsch Team conquistou, nesta última temporada da categoria Turismo N1, o terceiro e o quarto lugar no mundial de construtores, em uma das ligas mais competitivas do AV.

Michel Araújo foi novamente o destaque neste simulador pela equipe, fechando a temporada em um excelente quarto lugar. Breno Augusto foi a revelação positiva da equipe.terminando em sexto na classificação geral.

A equipe agradece seus pilotos que foram responsáveis por mais esta conquista no AV:

Marsch Team (posição final no mundial de Construtores: 3º) - Michel Araújo, Everaldo Castro e Seven Lima
Marsch Racing (posição final no mundial de Construtores: 4º) - Breno Augusto, Ernani de Souza.

Que venham ainda mais conquistas como estas na T2.

#AVANTEMARSCH

Mais

A virada de Hamilton

Caros Amigos do Gpexpert,

Tivemos o GP da Itália.Particularmente, não gostei da corrida, resultado normal, que para mim, era óbvio.Hamilton triturou Rosberg no fim de semana.Começando no primeiro treino de sexta quando enfiou 8 décimos na goela do Alemão (no segundo treino o inglês quase não treinou), foi o mais rápido no sábado de manhã e na classificação com muitas sobras fez a pole.A corrida de Hamilton só não foi perfeita, pois largou mal,mas depois, sendo muito mais rápido que todos na pista, recuperou a ponta, vendo Rosberg errar duas vezes e sem forçar de mais.Acabou sendo perfeito para Hamilton.Acabou sendo perfeito para Mercedes, que não teve confronto entre seus pilotos e ainda sentiu que "pagou" a dívida com Hamilton da Batida de Rosberg na Bélgica e que Rosberg teve uma punição "divina".O sorriso de Toto Wolf após o erro de Nico, diz tudo...
Voltando ao início, a corrida não agradou por alguns motivos básicos.Não houve batidas, nem safety cars, uma parada de box para todos e quase todos começaram com pneus duros e terminaram com os médios.Apenas Kvyat ousou um pouco mais, largando com pneus duros, ficando bastante tempo na pista e isso quase lhe pagou dividendos, chegando próximo de Raikkonen no fim da prova.Teve ainda aquela punição babaca a Magnussen (de novo!) e para completar o anticlímax  do erro de Rosberg que privou a briga que todos queriam ver.
A corrida não foi toda ruim, tivemos uma boa briga no pelotão intermediário com Magnussen,Button,Vettel,Bottas, Ricciardo e Perez.Destaque maior para Bottas que largou muito mal, mas escalando o pelotão foi quarto com brilhantismo.
Outro grande da corrida foi Ricciardo, que humilhou Vettel. Largou muito mal,ficando muito longe dos ponteiros e mesmo assim, fazendo muitas ultrapassagens chegou 10 segundos à frente de Seb.Ricciardo tem uma capacidade imensa de ser rápido conservando os pneus, mas há alguma coisa muito errada com Vettel, ele não consegue tirar todo o potencial do carro,inexplicável.
E a Ferrari? Fez a pior corrida da equipe em Monza em décadas e pode fechar essa temporada como a pior em mais de 20 anos.Fez um ridículo nono lugar com Raikkonen e o Alonso quebrou depois de quatro anos e meio.Sem comentários.
Outra que fez corrida tenebrosa foi a Lotus, andando atrás da Marussia e Sauber.Que baba!
Bom finalizando, mas sem ser menos importante, Felipe Massa teve seu melhor resultado do ano, mas fez um "feijão com arroz", nada brilhante, mas devido sua fase, deve estar aliviado e que seja um ponto de inflexão nesta fraca temporada.
Depois da corrida, Hamilton alfinetou Rosberg dizendo que o mesmo não aguentou a pressão, esculachou o seu engenheiro que disse para que o inglês não ultrapassar Rosberg após o erro.
O cenário em Cingapura deve ser parecido com o de Monza, Hamilton mais rápido que Rosberg, já que é mais uma pista que o inglês domina.Entretanto, será uma pista em que o carro da Mercedes será mais exigido. Serão quase duas horas de corrida,onde freio e câmbio serão muito exigidos, a RBR vai ser mais forte já que a pista é travada e difícil de ultrapassar, o safety car sempre aparece, a estratégia é um fator.
Para finalizar mesmo, a Ferrari não fez seu habitual anuncio de pilotos para o ano seguinte.Alonso fica no aguardo pela Mercedes e RBR, esta tal reformulação técnica da Ferrari para 2015 é mais um incentivo para o espanhol pegar o boné e procurar novos ares!
abraços and keep yourself alive!

Mais

Senna x Prost x Piquet

Os participantes da Formula E representando várias dinastias da F1. Será que vai sair faísca???

  Senna, Prost e Piquet

Piquet, Senna Prost

Mais

Grande Prêmio da Itália de 1989

Como é tradicional para a Ferrari, o time italiano escolheu Monza para o seu grande anúncio para 1990: a contratação de Alain Prost, numa super-dupla com Nigel Mansell. Profundamente irritado com um pretenso favoritismo da Honda para com Ayrton Senna, além das brigas com seu 'companheiro' de equipe, Prost já havia anunciado que estaria saindo da McLaren após seis anos na equipe em sua corrida natal. Após negociar uma volta com a Renault através da Williams, Prost aceitou uma ótima proposta da Ferrari, mesmo o francês tendo ao seu lado outra estrela da F1 na época, Mansell. Com bem menos pompa, a Lotus anunciou antes da corrida em Monza uma nova parceria com a montadora italiana Lamborghini a partir de 1990 e a dispensa dos seus dois pilotos, o que deixava o tricampeão Nelson Piquet no mercado.

Senna gostava da alta velocidade de Monza, mas ainda não tinha conseguido uma vitória na Itália e para quebrar esse tabu, além de melhorar suas aspirações ao bicampeonato, o brasileiro conquistou uma tranquila pole, 1s à frente do seu futuro companheiro de equipe na McLaren, Gerhard Berger. Após ter problemas nos treinos e agora recebendo menos atenção da McLaren por motivos óbvios, Prost teve que se conformar com uma pálida quarta colocação no grid, com a Williams formando a terceira fila e a surpresa Phillippe Alliot colocando seu Lola em sétimo.

Grid:
1) Senna (McLaren) - 1:23.720
2) Berger (Ferrari) - 1;24.734
3) Mansell (Ferrari) - 1:24.739
4) Prost (McLaren) - 1:25.510
5) Patrese (Williams) - 1:25.545
6) Boutsen (Williams) - 1:26.155
7) Alliot (Lola) - 1:26.985
8) Nannini (Benetton) - 1:27.052
9) Pirro (Benetton) - 1:27.397
10) Alesi (Tyrrell) - 1:27.399

O dia 10 de setembro de 1989 amanheceu belo e o Grande Prêmio da Itália teria seu tradicional tempo seco e sem estar muito quente, ao contrário das arquibancadas, quentes pela Ferrari e por seu 'terceiro' piloto. Com a contratação de Prost pela Ferrari, o francês, mesmo ainda correndo pela McLaren, passou a ter a simpatia dos tifosi em Monza, que em contrapartida passaram a torcer contra Senna, mas na largada a torcida pouco pôde fazer contra uma largada praticamente perfeita do brasileiro da McLaren, que manteve tranquilamente a ponta, seguido pelos dois pilotos da Ferrari, com Mansell atacando Berger, mas o austríaco, ainda tentando completar sua primeira corrida em 1989, se segurando na segunda posição. Prost acompanhava tudo em quarto, enquanto que na apertada primeira chicane, apenas Mauricio Gugelmin saída levemente da pista e todos partiam para as 53 voltas ilesos.

Como era sua característica, Senna imprimi um ritmo alucinante nas primeiras voltas e mesmo Berger tentando manter uma distância razoável para o brasileiro, Ayrton já abria 4s em oito voltas. Mansell ficava para trás em terceiro, enquanto Prost perseguia o inglês com pouco mais de 1s de desvantagem. A boa perspectiva de corrida para Alliot termina ainda na segunda volta quando o francês roda, enquanto Nannini faz uma corrida agressiva no início e já ameaça o quinto lugar de Boutsen. A corrida fica estática na frente, mas na volta 21 Prost parece despertar de um sono profundo e ultrapassa Mansell na Variante Della Roggia, mas o piloto da McLaren já se encontrava 9s atrás de Berger e então outros 7s atrás de Senna, que liderava soberano a prova. Prost teria que trabalhar dobrado se quisesse mostrar aos tifosi que ele tinha sido a contratação capaz de tirar a Ferrari do seu cada vez maior jejum de títulos, que completaria dez anos no final daquela temporada.

Passando da metade da prova, Senna aumenta ainda mais seu ritmo e faz volta mais rápida em cima de volta mais rápida, fazendo sua vantagem sobre Berger subir para 19s, enquanto Prost cortava a distância para o austríaco e Mansell era alcançado pela Williams de Boutsen. Nannini, que tinha feito várias ultrapassagens durante a corrida, tem problemas de freios quando se aproximava do belga, abandonando a corrida. Faltando pouco mais de quinze voltas, Prost aumenta o seu ritmo na perseguição a Berger e na volta 41, o francês pega o vácuo da Ferrari na saída da Parabolica e Prost completa a ultrapassagem no final da reta dos boxes. Mesmo correndo em dobradinha pela McLaren, Prost se viu 23s atrás de Senna e somente uma hecatombe tiraria a primeira vitória de Senna em Monza. E foi o que aconteceu. Logo quando Senna recebeu a mensagem de que Prost estava em segundo e fazendo a volta mais rápida da corrida, o brasileiro imediatamente aumentou seu ritmo e passou a trocar voltas mais rápidas com o francês. O lógico era administrar a grande vantagem em cima do rival, mas numa guerra psicológica como aquela de vinte e cinco anos atrás, Senna não pensou em administrar e tirou tudo do seu McLaren-Honda, mas na volta 45, na reta oposta, o motor Honda de Senna estoura. Quando o brasileiro ia tomar a Parabolica, o óleo cai sobre os pneus da McLaren e Senna roda levemente, abandonando seu carro ali mesmo, para delírio da torcida italiana, já apaixonada por Prost, o novo líder da prova.

Prost consegue uma vitória importante para o seu campeonato, além de entregar o Mundial de Construtores para a McLaren, enquanto Berger finalmente marca seus primeiros pontos em 1989. Mansell tem problemas de câmbio no final da prova e quem fica com o lugar mais baixo do pódio era Boutsen. Com vinte pontos de vantagem no campeonato, Prost começava a fazer contas para conquistar o tri, mas um pequeno gesto no pódio quase provoca a demissão do francês da McLaren. Pouca gente sabe, mas quando Ron Dennis contratava um piloto para a McLaren, ele colocava no contrato que os troféus conquistados pelos pilotos nas vitórias também ficavam com a McLaren. Vaidade pura e simples. Vendo a torcida italiana ensandecida em frente ao pódio e descontente com a política dentro da McLaren, Prost pega o seu troféu de vencedor e joga para a torcida italiana. Dennis, ao lado, olha com cara de tacho a cena e, conta a lenda, ficou tão irritado com atitude de Prost, considerada até mesmo provocativa, que pensou em demitir o francês. Mais calmo, Ron Dennis iria para as provas finais com seus dois pilotos ainda brigando num final de campeonato imprevisível e que seria histórico!

Chegada:
1) Prost
2) Berger
3) Boutsen
4) Patrese
5) Alesi
6) Brundle 

Mais

Grande Prêmio da Itália de 1984

A F1 chegava à Monza com algumas novidades no line-up de pilotos e sem uma de suas mais tradicionais equipes. O julgamento da apelação da Tyrrell sobre o problema do peso abaixo do limite da equipe inglesa não foi favorável ao time de Ken Tyrrell e por isso a tradicional esquadra britânica estava desclassificada de todas as corridas até aquele momento e também ficaria de fora de todas as provas até o final de 1984. Porém, Stefan Johannson, piloto da Tyrrell no lugar do machucado Martin Brundle, não ficou muito tempo desempregado. Furioso com a confirmação da saída de Senna para a Lotus, mesmo o brasileiro ainda tendo um contrato com a sua equipe, Ted Toleman e Alex Hawkridge suspenderam o brasileiro do Grande Prêmio da Itália, chamando Johansson para o lugar do brasileiro, enquanto o novato Pierluigi Martini assumia o segundo carro da Toleman em casa.

Mesmo com todos esses problemas extra-pista, todo o mundo da F1 estava mesmo de olho na luta encarniçada pelo título entre Lauda e Prost, dentro da equipe McLaren. Lauda chegou à Itália com dores nas costas e chegou a ser colocado em dúvida sua participação na corrida, mas o austríaco correu normalmente e nos treinos ficou em quarto lugar, com Nelson Piquet tirando o doce da boca de Prost ao ficar com a pole pela sétima vez no ano, superando o francês por um décimo. Correndo em casa, a Ferrari decepcionava os tifosi com nenhum dos seus pilotos no top-10, enquanto Martini teria que esperar mais um pouco para estrear na F1, pois o italiano não conseguiu tempo no grid.

Grid:
1) Piquet (Brabham) - 1:26.584
2) Prost (McLaren) - 1:26.671
3) De Angelis (Lotus) - 1:27.538
4) Lauda (McLaren) - 1:28.533
5) Fabi (Brabham) - 1:28.587
6) Rosberg (Williams) - 1:28.818
7) Mansell (Lotus) - 1:28.969
8) Tambay (Renault) - 1:29.253
9) Patrese (Alfa Romeo) - 1:29.382
10) Cheever (Alfa Romeo) - 1:29.797

O dia 9 de setembro de 1984 amanheceu ensolarado e belo em Monza, um típico dia para um Grande Prêmio da Itália. Quando ia alinhar seu carro no grid, Manfred Winkelhock, que largaria em 22º, tem problemas em seu câmbio e é o primeiro abandono do dia, numa corrida conhecida por ter sua chegada com poucos carros. Na luz verde, Elio de Angelis faz uma ótima largada e parte para cima dos ocupantes da primeira fila, mas Piquet permanece na ponta, com o italiano tomando o segundo lugar de Prost, enquanto, mais importante para o campeonato, Lauda faz outra má largada e perde quatro posições, ao contrário de Tambay, que ganha quatro postos.

Enquanto Piquet apontava na frente ao final da primeira volta, Prost já recuperava sua segunda posição ainda na primeira volta no aproche da curva Parabolica, enquanto Tambay já partia para cima de Elio de Angelis, com o francês assumindo o terceiro lugar ainda na segunda volta. Mais à frente, Piquet comete um pequeno erro e coloca suas duas rodas esquerdas na grama na saída das curvas de Lesmo. Um pequeno erro que nem custou a primeira posição do brasileiro, mas que se mostraria fatal mais tarde. Com o erro de Piquet, Prost e Tambay encostaram no líder, enquanto De Angelis não mostrava um bom ritmo e era pressionado por Teo Fabi e Lauda, sendo ultrapassado por ambos na volta seguinte. Porém, a maior alegria de Lauda na quarta volta não era a sua ultrapassagem sobre um lento De Angelis, mas era mais à frente. Logo após cruzar a linha de chegada, o motor de Prost fumou de forma clamorosa e alguns metros depois o francês abandonou seu McLaren na chicane, bem em frente a maior parte da torcida, que comemorou a adversidade do francês.

Piquet começa a abrir vantagem sobre Tambay, que era pressionado por Teo Fabi, fazendo uma boa corrida em casa. O italiano já tinha mostrado velocidade, principalmente em seus tempos na Indy, mas pouca paciência. Ainda na oitava volta, Fabi tentou uma ultrapassagem otimista em cima de Tambay da Variante Della Roggia e o francês da Renault não se importou muito em fechar Fabi, que para evitar um toque, acabou rodando, sendo ultrapassado por Lauda, Alboreto, que acabara de ultrapassar um hesitante Elio de Angelis, o italiano da Lotus, Cheever e Warwick, em prova discreta no segundo Renault. A velha raposa felpuda Lauda, comendo pelas beiradas, já aparecia em terceiro e pronto para amealhar o maior número de pontos possíveis frente ao abandono de Prost, enquanto mais atrás Fabi remava tudo de novo e em três voltas ultrapassa Warwick, Cheever e De Angelis para chegar ao quinto lugar. Sendo ultrapassado por todo mundo, Elio de Angelis deixa a prova na décima quinta volta, enquanto Mansell deixava o dia da Lotus ainda mais triste ao abandonar após uma rodada. Mais importante na corrida era uma visão bastante usual de 1984: o motor BMW de Nelson Piquet fumando... O brasileiro foi ultrapassado por Tambay quase que imediatamente, e antes de completar a 16º volta, Piquet entrou nos boxes para abandonar. A passagem de Piquet na grama no começo da corrida furou um dos radiadores do Brabham-BMW do brasileiro, ocasionando outro final de semana decepcionante para Piquet.

Contudo, para a Brabham as coisas não estavam tão ruins com a boa corrida de Fabi, que ultrapassou Lauda na volta 17 para assumir o segundo lugar e mesmo estando 5s atrás do líder Tambay, o italiano era o piloto mais rápido na pista. Desde que se tornou um piloto de ponta, Patrick Tambay ficou conhecido pela velocidade e também pela dificuldade em negociar ultrapassagens com retardatários e por isso, a vantagem de Tambay nessa corrida para a dupla Fabi e Lauda logo desapareceu, com os três primeiros colocados andando juntos na metade da prova. Lauda observava tudo à uma distância segura, vendo o desenvolvimento da corrida, mas sabendo que aquela oportunidade era vital para o seu terceiro campeonato. Faltando pouco mais de vinte voltas para o fim da prova, Lauda viu Fabi passar a ter alguns problemas em seu motor e o austríaco ultrapassou o italiano da Brabham na volta 40. Após marcar a volta mais da corrida, Lauda encostou em Tambay duas voltas depois e assumiu a ponta como se estivesse indo na esquina comprar pão, tamanha a eficiência de Lauda, além de sua brilhante leitura de corrida.

Com seus principais adversários de fora da prova, Lauda imediatamente despacha Tambay e as coisas só melhoram quando, numa mesmo volta, a 44º, Tambay (acelerador) e Fabi (motor, oh! novidade...) abandonam e um urro surge das arquibancadas. Muito longe, correndo praticamente sozinho, Michele Alboreto levava a Ferrari ao segundo lugar, para alegria dos tifosi. Para aumentar a festa, a problemática Alfa Romeo de Eddie Cheever subia ao terceiro lugar, mas o americano acabaria sem combustível quando restavam apenas quatro voltas para o fim, só que a Alfa não se lamentaria tanto, pois Patrese ultrapassa Johansson, em boa prova de estreia na Toleman, e assume o terceiro lugar. Johansson diminui bastante seu ritmo para terminar a prova e acaba perdendo o quarto lugar para a surpreendente Osella de Piercarlo Ghinzani, mas o italiano fica sem gasolina na volta final e o sueco confirma o quarto lugar se arrastando pela pista, seguido pelos também surpreendentes Jo Gartner, na outra Osella e o seu compatriota, o austríaco Gerhard Berger da ATS. Porém, o austríaco mais feliz do dia era Niki Lauda, que venceu de forma metódica, seguido por dois italianos, garantindo a alegria dos tifosi, em particular com Alboreto, após um ano desastroso da Ferrari. Com duas corridas pela frente, Lauda abre 10,5 pontos sobre Prost e começa a enxergar seu terceiro título com mais facilidade.

Chegada:
1) Lauda
2) Alboreto
3) Patrese
4) Johansson
5) Gartner
6) Berger

Mais

Fogo

Caros Amigos do Gpexpert,

Esperei uma semana para divagar sobre o GP Bélgica, já que a corrida ia render tantas histórias dentro e fora da pista, e rendeu mesmo...
Bom, o destaque deveria ser mais uma grande vitória de Ricciardo, mas não foi, vale apenas os fatos.Sem dúvida, é o grande piloto do ano (junto com Bottas), piloto muito agressivo, que tira tudo que o carro pode dar, coisa que Vettel não está conseguindo.
Voltando ao que importa, sobre o acidente de Rosberg e Hamilton, foi culpa de Rosberg, mas coisa de corrida.Não devia haver punições para este tipo de briga, como houve injustamente para Magnussen na melhor briga da prova.Rosberg bateu, mas não tinha como ser tão preciso e maligno, numa fração de segundo, por isso julgo, coisa de corrida, mas deixou um recado para Hamilton: "Eu não sou segundo piloto!"
Com a batida, Hamilton saiu falando um monte e disse que Rosberg havia feito de propósito.Rosberg, evidentemente, desmentiu, mas não deve ter feito cara de triste na reunião de garagem.Resultado: tomou um tremendo "ferro" de Lauda e Wolf.Entretanto, o pior é uma possível rédia, que a equipe deve aplicar nos seus pilotos para que não percam mais corridas e consequência o campeonato.No fundo,querem que os façam dobradinhas, mas que não se cruzem na pista.Se analisarmos a situação, dificilmente a Mercedes não será campeã, nos construtores e pilotos, mas é bom que seja mesmo, pois será um golpe forte naqueles que acham que todas as equipes devem privar seus pilotos de brigarem entre si.Vide Ferrari.Isto é esporte, mais do que business!Essa novela terá novos capítulos.
Voltando a corrida, vale destacar mais uma boa corrida de Bottas que cada dia é mais forte.Com relação a Felipe Massa, desta vez o poupo o brasileiro, se ele não faz um bom ano, está tendo muitos azares também.Ainda faço destaque, a boa corrida de Raikkonen, a primeira corrida digna do ano.
Indo para Monza, a expectativa é de a Mercedes seja favorita, mesmo tendo um carro muito frágil, onde motor e freio são bastante exigidos, mas corrida é rápida, menos chance de problemas.Será interessante ver o patamar da RBR em Monza, já que o carro é lento de reta, deve ir para trás nesta corrida, mas e se não for?
É a prova que a Williams espera brilhar, vamos ver se vai mesmo! Se a chuva não aparecer, é a melhor pista que a Williams tem para sonhar mais alto.Retas longas e chicanes, como se adapta o carro.Isso deve ajudar F.India e Mclaren, mas devemos aguardar.
A Ferrari pode sonhar com pódio com Alonso, algo mais será surpresa.O importante é notar que tradicionalmente a Ferrari publica, no fim de semana do GP Itália, os pilotos que correrão em sua equipe no ano seguinte, se não anunciarem, teremos  novidades em 2015!
Abraços and keep yourself alive! 

Mais

Grande Prêmio da Holanda de 1984

Com a temporada de 1984 chegando ao fim, o mercado de transferência na época estava muito agitado e a principal notícia era a transferência de Ayrton Senna, o novato-sensação do ano, para a Lotus no lugar de Nigel Mansell. Contudo, Senna tinha um contrato de dois anos com a Toleman e os chefes da equipe inglesa não estavam nada satisfeitos com a quebra do contrato e o clima entre o brasileiro e sua equipe no momento se tornou péssimo, com o problema perigando ir para a justiça. Após tentar Derek Warwick e não conseguir, a Williams tinha em mãos a chance de ter um piloto inglês em 1985 com Nigel Mansell dando sopa no mercado, mas o grande rumor em Zandvoort, lugar do Grande Prêmio da Holanda, era a possível transferência de Niki Lauda para a Renault em 1985. O austríaco estava insatisfeito com o tratamento que estava recebendo da McLaren desde a chegada do político Alain Prost e Niki ficou ainda mais irritado quando Ron Dennis lhe propôs uma renovação de contrato com metade do seu salário até então. As conversas de Niki Lauda com Gerard Larrousse, chefe da Renault, já estariam até mesmo avançadas.

A McLaren tinha boas chances de garantir o título de Construtores em Zandvoort e vide o grande desempenho da equipe em 1984, o triunfo entre as equipes era apenas uma formalidade. Na sexta-feira Nelson Piquet foi o mais rápido, mostrando novamente o quão rápido era seu Brabham-BMW, mas no sábado, no segundo treino classificatório, Alain Prost superou o brasileiro em três décimos e ficou com sua terceira pole no ano, tendo o brasileiro ao seu lado na primeira fila. Niki Lauda era apenas sexto colocado, enquanto a Ferrari tinha outro final de semana para esquecer, com Alboreto em nono e Arnoux apenas em décimo quinto no grid.

Grid:
1) Prost (McLaren) - 1:13.567
2) Piquet (Brabham) - 1:13.872
3) De Angelis (Lotus) - 1:13.883
4) Warwick (Renault) - 1:14.405
5) Tambay (Renault) - 1:14.566
6) Lauda (McLaren) - 1:14.866
7) Rosberg (Williams) - 1:15.117
8) Laffite (Williams) - 1:15.231
9) Alboreto (Ferrari) - 1:15.264
10) Fabi (Brabham) - 1:15.338

O dia 26 de agosto de 1984 amanheceu ensolarado nas dunas de Zandvoort, o que indicava um belo dia de corridas para o tradicional circuito holandês. Contudo, mesmo tradicional e estando no calendário da F1 desde os primórdios da categoria, o circuito de Zandvoort já mostrava alguns sinais de envelhecimento em sua estrutura, particularmente nos boxes, que eram muito apertados mesmo numa F1 nem com um décimo do tamanho que tem hoje em dia. Para aumentar essa sensação, o warm-up foi interrompido quando parte da estrutura do paddock quebrou, derrubando uma escada e machucando várias pessoas no local. Isso foi o início do fim do tradicional Zandvoort na F1. Porém, a pista ainda era muito apreciada pelos pilotos e quando a ação começou, foi Piquet que largou melhor do que Prost e estava em primeiro na tomada da mítica curva Tarzan, com o francês da McLaren sendo seguido por Tambay, Rosberg e De Angelis. Porém, Prost não tinha muito do que reclamar da largada, pois Lauda sai muito mal na luz verde e cai para décimo primeiro.

Enquanto Hesnault e Cheever batem durante a primeira volta e perdem muito tempo, Piquet tenta abrir uma pequena diferença para Prost, que fica em compasso de espera, meio que sabendo da parca confiabilidade do conjunto Brabham-BMW em 1984, enquanto Lauda inicia mais uma de suas famosas corridas de recuperação e ao final da primeira volta já ultrapassa a Ferrari de Alboreto. As primeiras voltas viram um Keke Rosberg andando muito forte, ultrapassando De Angelis e Tambay para assumir o terceiro lugar já na sexta volta, mas estando 4s atrás de Prost. Enquanto isso, Lauda já assumia o sexto lugar e partia para cima de Tambay e De Angelis, que corriam juntos. Não demoram três voltas para Lauda ultrapassar os dois e assumir por pouco tempo o quarto lugar, pois Nelson Piquet continuava sua rotina de retornar aos boxes à pé após mais quebra do motor BMW. Enquanto retornava aos boxes, Piquet dava de ombros para a câmera, como que dizendo 'o que eu posso fazer? Faço minha parte, mas o motor não deixa...'

Prost assumia uma liderança sólida, enquanto Rosberg já era acossado por Lauda na luta pela segunda posição. O austríaco ultrapassa Rosberg no mesmo ponto da maioria de suas ultrapassagens, na freada da curva Tarzan, mas estando 8s atrás do seu rival no campeonato, Lauda continua forçando e aos poucos, tira a diferença para o seu companheiro de equipe. Mais atrás, Elio de Angelis atacava definitivamente Tambay pelo quarto lugar. O italiano tentava ultrapassar o francês enquanto negociava as ultrapassagens com os retardatários, mas ambos se atrapalhavam bastante com os carros mais lentos, principalmente quando foram ultrapassar o já desclassificado Manfred Winkelhock (por ter largado no lugar errado). Teo Fabi fazia uma boa corrida de recuperação com seu Brabham após largar em décimo, mas o italiano erra na freada da Tarzan, roda e cai para 14º na volta 22. Lauda finalmente encosta em Prost na luta pela primeira posição, mas querendo mostrar que estava tudo sob controle, o francês faz a volta mais rápida da corrida quando Lauda estava menos de 1s atrás e começa a abrir novamente. Correndo em sexto lugar, Jacques Laffite tem seu motor quebrado na volta 23 e com o óleo espalhado na pista, faz Warwick rodar e abandonar junto com o francês da Williams. Isso fazia Arnoux subir ao sexto lugar, mas logo seria ultrapassado por Mansell, que estava louquinho para mostrar serviço e consolidar o contrato mais do que bem-vindo com a Williams em 1985. No jogo de gato e rato na frente, Prost consegue abrir 5s em cima de Lauda, enquanto Tambay vai aos boxes com problemas de câmbio e perde várias posições, mas fica ainda na prova.

Lauda tinha dificuldades em lhe dar com o tráfego, enquanto De Angelis passa de caçador a caça ao ser atacado pelo seu companheiro de equipe Mansell na luta pelo quarto lugar. Rosberg fazia uma corrida solitária em terceiro, mas diminui bastante seu ritmo para poupar combustível, permitindo a aproximação rápida da dupla da Lotus. Para complicar, Alain Prost se aproximava dos três para colocar uma volta, o que deixaria os dois carros da McLaren como únicos a estar na mesma volta. Se aproveitando da confusão, Mansell efetua uma manobra ousada em cima de Elio de Angelis e ultrapassa o italiano por fora na curva Tarzan. Na volta seguinte, desta vez por dentro, Mansell freia no limite, controla seu Lotus de forma maravilhosa, chega a tocar na Williams de Rosberg e finalmente chega ao terceiro lugar. Rosberg fica irritado com Mansell, seu quase confirmado futuro companheiro de equipe, e mesmo levando uma volta de Prost, o finlandês ultrapassa o francês da McLaren de volta para tentar dar o troco em Mansell, com quem já tinha tido problemas em Dallas, mas quando vê que o ritmo de Mansell era muito forte e se lembra de poupar gasolina, Rosberg diminui seu ritmo e se conformar com o quarto lugar. Faltando dez voltas, Arnoux vai aos boxes de supetão para trocar pneus e quando volta à pista, bate em Thierry Boutsen, fazendo os dois saírem da pista, mas continuam na prova. Outra prova do quão antiquado estava ficando Zandvoort...

As posições ficam estáticas no final e Prost vence pela quinta vez em 1984, dando a nona vitória para a McLaren, que iguala o recorde da Lotus em 1978 e vence o Mundial de Construtores pela primeira vez desde 19...74! Lauda cortou metade do déficit que tinha para Prost, mas ainda assim termina 10s atrás do companheiro de equipe, esquentando ainda mais a briga pelo título entre eles. Mansell comemora seu segundo pódio no ano, enquanto Keke Rosberg, mesmo poupando o que dava de combustível, acabou com pane seca na penúltima volta, entregando o quarto lugar a De Angelis. Mesmo rodando, Teo Fabi marca pontos pela segunda corrida consecutiva, um verdeira feito para a terrível confiabilidade do seu carro, enquanto Tambay se arrastava rumo ao sexto lugar. Dias mais tarde, com a confirmação do banimento da Tyrrell do campeonato, Prost ganharia mais um ponto, deixando a diferença entre os dois rivais do campeonato em meio ponto a favor de Lauda. Um campeonato à dois e para lá de emocionante!

Chegada:
1) Prost
2) Lauda
3) Mansell
4) De Angelis
5) Fabi
6) Tambay

Mais

MArk Webber em Gifs






Alguns gifs com o aniversariante do dia 27 de agosto Mark Webber.

Mais

Rosberg x Hamilton


Neste infográfico vemos como deveria ter sido a manobra de Rosberg contra Hamilton durante o GP da Bélgica de 2014.

Mais
Colunas GP Expert
TEMPLATE ERROR: Invalid data reference newerPageUrl: No dictionary named: '' in: ['blog', 'skin', 'view'] TEMPLATE ERROR: Invalid data reference olderPageUrl: No dictionary named: '' in: ['blog', 'skin', 'view']