Home | Publicações GP | Parceria | rss Rss | Facebook FaceBook | twitter Twitter | Contato

Últimos Posts

De Volta a 1985 parte 2

Caros Amigos do Gpexpert,

Estamos de volta no tempo.Nelson Piquet vinha numa temporada muita ruim, o carro da Brabham lento em curvas, os pneus Pirelli não funcionavam e Piquet, andando mais atrás, acabava quebrando,batendo ou ficando sem gasolina.Entretanto, na França tudo foi diferente, Piquet largou nas primeiras filas, largou bem e com o carro foi muito rápido, tendo os pneus Pirelli funcionando maravilhosamente bem no calor do asfalto de Paul Ricard, dominou a corrida e venceu com sobras.Foi a última vitória da Brabham e a última corrida em Paul Ricard no seu traçado clássico.Em 1986,o traçado foi trocado e encurtado,devido a morte de Elio de Angelis em um acidente na Reta do Mistral.
Gostaria de usar um compacto em português da corrida do Youtube,mas vídeos do Piquet são sempre mais difíceis, por isso vai um inglês narrado pelo próprio Nelson,a corrida inteira existe no youtube,basta procurar.
Abraços and keep yourself alive!

   

Mais

40 anos em desenho


Neste desenho vemos as características dos capacetes dos últimos 40  campeões da F1.

Mais

Force India VJM08


No México, Force India apresenta cores para novo carro da temporada 2015.

A Force India apresentou nesta quarta-feira suas novas cores para a temporada 2015 da Fórmula 1. Em evento dentro de um museu na Cidade do México, o time apresentou o visual que vestirá o VJM08.


Mais

De volta a 1985

Caros Amigos do GP Expert,

Voltamos para relembrar o especial 1985. Segunda corrida do ano e a história começa a ser escrita.Embora não seja nova, sempre vale ser vivida. No dia 21/4/1985, a F1 viu a primeira vitória de um potencial gênio desse esporte.

Foi o dia em que Ayrton Senna, com sua imortal Lotus negra, assombrou o mundo debaixo de uma tempestade no Estoril.Não foi especial por ser a primeira vitória, foi especial, pois foi categórica.Senna parecia estar em outra dimensão.Guiou como se estivesse no seco e os outros no molhado, sobrou na turma.Chegou quase uma volta a frente de todos. (Menos Alboreto, que foi o segundo!) Acabou sendo uma obra de arte,pintada de maneira colossal.

Bom melhor que falar é ver.Veja o compacto dessa corrida histórica (vídeo retirado do youtube) 



Abraços and keep yourself alive!

Mais

Sergio Marchionne mostra-se cauteloso para temporada de 2015

Apesar da nova dupla que a Ferrari vai ter para a temporada de 2015, com Sebastian Vettel e Kimi Raikkonen, o presidente da equipe italiana, Sergio Marchionne adimitu esta semana espera uma temporada muito complicada para a Ferrari.

Lembrar apenas que a Scuderia não conseguiu realizar uma boa temporada em 2014, tendo ao longo do ano conseguido apenas conquistar dois pódios, com os seus pilotos a terminarem o Mundial de Pilotos na sexta e 12. posição, Fernando Alonso e Kimi Raikkonen, respectivamente.

Já no Mundial de Construtores a Ferrari terminou a temporada de 2014 na quarta posição, atrás da Williams, da Red Bull e da Mercedes.

Apesar do presidente da Ferrari se mostrar cauteloso em relação á nova temporada do Mundial de Fórmula 1, a verdade é que a chegada do piloto alemão tetracampeão do Mundo, Sebastian Vettel, deixou os fãs da Ferrari com algumas expectativas para 2015.

Referir que este será o primeiro campeoato de Sergio Marchionne como presidente da equipe italiana, isto depois da saida de Luca di Montezemolo. Marchionne mostra-se assim cauteloso para o seu primeiro ano como presidente da Scuderia, deixando um recado aos fãs para que se preparem para possivelmente assistirem a mais um ano complicado.

"Infelizmente ficámos para trás mas não vou discutir com aqueles que querem entrar em argumentos. Começámos de trás mas vamos manter a nossa humildade e vamos tentar vencer", começou por afirmar Sergio Marchionne em entrevista á La Gazzetta dello Sport.

Sobre quando a Ferrari voltará a ser uma das equipes que lutam pela vitória no Mundial de Pilotos, Marchionne afirmou: “Penso que 2015 vai ser um ano de reconstituilão. Vai ser o primeiro ano completo de Maurizio (Arrivabene, o diretor) com a equipa. Espero que em 12 meses possa remover uma certa carga de incerteza, que vai ser uma praga na fase inicial de 2015”.

Sobre o novo carro da equipe italiana, o F1 666, que irá ser lançado online no site da Ferrari no próximo dia 30 de Janeiro, Marchionne mostrou-se otimista com o novo monolugar da equipe.

“O objetivo da produção do nosso carro é conseguimos evoluir durante o campeonato. Enzo Ferrari teria o mesmo pensamento. Caso ele não seja um bólido vencedor, então, nós só podemos vendê-lo”, acrescentou.

Por ultimo o novo presidente da Ferrari afirmou ainda que irá marcar presença em alguns Grandes Prémios ao longo da temporada, no entanto afirmou que não irá marcar presença em todos, recordando que a Ferrari tem um chefe de equipe (Maurizio Arrivabene) e que será ele que liderá a equipe ao longo do ano.


Saiba que poderá assistir a todos os Grandes Prémios do Campeonato do Mundo de Fórmula 1 em f1online.

Por ultimo referir que o primeiro Grande Prémio do ano de 2015 irá acontecer na Austrlália em Melbourne, entre os dias 13 e 15 de Março e que a nova temporada contará com 19 corridas, mais uma que em 2014, ja que o México entrará este ano.


Mais

Grande Prêmio da Argentina de 1980


Mesmo com o pouco tempo de diferença entre a última corrida de 1979 e a primeira de 1980, não deixaram de acontecer novidades na F1 trinta e cinco anos atrás, principalmente envolvendo os brasileiros. Com a aposentadoria de Niki Lauda, Nelson Piquet assumia a posição de primeiro piloto da Brabham, que demonstrava algum potencial com o motor Ford-Cosworth, em substituição ao pesado Alfa Romeo que tanto atrapalhou a equipe de Bernie Ecclestone nas temporadas anteriores. Ricardo Zunino, que substituiu Lauda no Grande Prêmio do Canadá de 1979, continuaria na equipe. A equipe Fittipaldi faz uma audaciosa aposta quando compra por inteiro a equipe Wolf, saindo de Interlagos e levando a sede da equipe para a Inglaterra. A compra da Wolf, que havia conseguido um vice-campeonato três anos antes vindo do nada, trouxe junto no pacote o agressivo e promissor Keke Rosberg e o gênio Harvey Postlethwaite, que já ganhava fama no paddock pelos seus bons carros projetados. A equipe brasileira parecia ter uma combinação que parecia finalmente levar o time a voos maiores num futuro próximo, após várias tentativas frustradas.

Nas outras equipes, poucas mudanças. Com a Williams demonstrando ter um carro competitivo na segunda metade da temporada de 1979, a equipe conseguiu atrair Carlos Reutemann para 1980, mas Alan Jones, que havia chegado ao time em 1978 e tinha sofrido todas as arguras de quando a Williams era apenas um time pequeno, tinha a preferência da dupla Frank Williams e Patrick Head. Para o lugar de Reutemann, a Lotus trouxe o jovem Elio de Angelis, que poderia fazer uma boa mescla com o veterano Mario Andretti. A Campeã Ferrari mantinha seus dois pilotos com o qual tinha conquistado a dobradinha em 1979, enquanto a McLaren trouxe uma jovem revelação, com o apoio da Marlboro, que tinha acabado de conquistar o Campeonato Europeu de F3: Alain Prost.

Uma das virtudes do Autódromo Oscar Galvez era a versatilidade de circuitos, com várias possibilidades de traçados. Para a corrida inaugural de 1980, a organização escolheu o circuito número 15 e preocupados com as reclamações com as ondulações, os argentinos recapearam alguns trechos da pista, mas o resultado foi terrível, com a curva Umbu tendo problemas com o asfalto se soltando e causando várias rodadas. Jody Scheckter e Emerson Fittipaldi chegaram a esboçar um boicote, mas os pilotos resolveram correr com algumas condições, mas isso acabou por provocar uma cena curiosa e perigosa. Fiscais ficavam na beira da pista, varrendo restos de asfalto na pista, enquanto o próximo carro não vinha. Confirmando a boa fase da Williams, Alan Jones conseguiu uma pole com facilidade, mas para tristeza da torcida portenha, seu ídolo Carlos Reutemann ficou apenas na 10º posição. Assim como havia acontecido em 1979, a Ligier iniciou o ano em ótima forma, com Laffite e o estreante Pironi ficando logo atrás de Jones, enquanto Piquet mostrava que poderia fazer um bom papel como 1º piloto da Brabham, ficando em 4º. A Ferrari foi muito discreta, com Villeneuve em 8º e Scheckter apenas em 11º, enquanto o novato Alain Prost já aprontava das suas, ao ser 1s mais rápido do que seu experiente companheiro de equipe John Watson e ficar em 12º, logo à frente de Keke Rosberg, que havia colocado 2s4 sobre Emerson Fittipaldi, que amargaria a última posição.

Grid:
1) Jones (Williams) - 1:44.17
2) Laffite (Ligier) - 1:44.44
3) Pironi (Ligier) - 1:44.64
4) Piquet (Brabham) - 1:45.02
5) De Angelis (Lotus) - 1:45.46
6) Andretti (Lotus) - 1:45.78
7) Patrese (Arrows) - 1:46.01
8) Villeneuve (Ferrari) - 1:46.07
9) Jabouille (Renault) - 1:46.15
10) Reutemann (Williams) - 1:46.19

O dia 13 de janeiro de 1980 estava quente e ensolarado em Buenos Aires, com temperaturas superiores a 30ºC em todo o final de semana. Alan Jones era o grande favorito para a corrida pelo desempenho demonstrado nos treinos, mas ainda havia na mente de todos o domínio exercido pela Ligier um ano antes, na mesma pista de Buenos Aires. O australiano da Williams não decepcionou na largada e chegou em primeiro no final da reta dos boxes, com Piquet tendo feito uma largada excepcional, pulando de 4º para 2º, deixando para trás Laffite. Pironi larga mal e acaba atrapalhando De Angelis, com o francês acabando por abandonar ainda na 2º volta, com problemas no motor, juntamente com a decepcionante equipe Renault, com Jabouille ficando sem embreagem e Arnoux batendo na curva Horquilla.

Alan Jones imprimia um ritmo avassalador, colocando 6s sobre Piquet apenas na 5º volta, com Laffite colado no brasileiro, mostrando o equilíbrio do seu Ligier. Após muita pressão, Laffite ultrapassa Piquet definitivamente na nona volta e começa a andar ligeiramente mais rápido do que Jones, mas na 10º volta, a vantagem do australiano sobre francês já era de 12s. Enquanto Rosberg fazia uma boa corrida e estava na espreita de entrar na zona de pontuação, Emerson Fittipaldi vai aos boxes na volta 13 para trocar a bateria do seu carro, acabando com a corrida do veterano campeão. O piloto da casa Carlos Reutemann fazia uma corrida discreta, andando sempre em 4º, mas acaba tendo problemas de suspensão e roda na chicane, acabando por abandonar na volta 12. Muito à frente dos demais, Jones surpreende a todos quando entra nos boxes na volta 17 ainda na liderança. O australiano constata que a temperatura do seu motor estava muito alta e após uma rápida especionada, um mecânico tirava um saco plástico do radiador do lado esquerdo do carro de Jones.

Problema solucionado, Jones voltava rapidamente à pista, sabendo que tinha o melhor carro daquele dia e podia se recuperar. Retornando em quarto, o piloto da Williams tinha apenas 10s de desvantagem para o líder Laffite, mas ainda assim Jones sabia que tinha que atacar logo para conseguir a esperada vitória. Porém, o seu primeiro obstáculo era um reconhecido osso duro de roer. Gilles Villeneuve já tinha travado brigas históricas com Jones em 1979 e o canadense era um dos poucos pilotos a quem Jones respeitava ao extremo. Rapidamente o australiano encostou da Ferrari de Villeneuve, mas Jones preferiu esperar pelo melhor momento para efetuar a ultrapassagem, por isso esperou oito voltas para assumir a 3º posição. Com Piquet logo à frente, Jones só demorou duas voltas para conseguir a ultrapassagem e agora partia para cima de Laffite. Porém, o francês começava a ter problemas de motor e na volta 30, cinco voltas depois de ter saído da 4º posição ao ultrapassar Villeneuve, Jones reassumia a liderança da prova, com Laffite abandonando na volta seguinte.

Enquanto isso, Piquet e Villeneuve brigavam pela 2º colocação, com a Ferrari claramente mais rápida que a Brabham. Os dois pilotos eram considerados as grandes promessas daquele início da década de 1980 e todos admiravam a diferença de pilotagem entre o estiloso Piquet e o agressivo Villeneuve. Finalmente na volta 35, com Piquet lutando muito, Villeneuve assumiu a 2º posição, mas com Jones já 10s à frente. Porém, o instinto de Villeneuve não lhe permitia relaxar e o canadense continuou andando forte, mas isso acabou lhe custando um forte acidente na curva do Tobogã. Piquet reassumia a 2º posição, seguido de longe pelo campeão Scheckter, que fazia uma corrida discretíssima, mas uma quebra nas voltas finais do sul-africano pôs a grande surpresa do dia no pódio. Keke Rosberg conseguiu levar seu Fittipaldi com inteligência até o final e sua paciência o premiou com um inesperado pódio. Com um hat-trick, Jones mostrava que a Williams era uma das favoritas para a temporada, mas Piquet seria um adversário perigoso. A se destacar, o ponto consquistado pelo novato Alain Prost. Era o primeiro de 798,5 pontos...

Chegada:
1) Jones
2) Piquet
3) Rosberg
4) Daly
5) Giacomelli
6) Prost

Mais

Grande Prêmio da Argentina de 1975



Após uma das temporadas mais emocionantes de sua história, a F1 seguiu o lema do futebol de que 'em time que se está ganhando não se mexe' e por isso poucas equipes grandes mudaram suas duplas de pilotos. O atual bicampeão mundial Emerson Fittipaldi teria um novo companheiro de equipe com a aposentadoria de Denny Hulme, entrando em seu lugar o alemão Jochen Mass. Com a saída da patrocinadora Yardley, a McLaren teria dois carros como as demais rivais. Ferrari, Lotus, Tyrrell e Brabham iniciavam 1975 com os mesmos pilotos de 1974, mas Ronnie Peterson estava descontente na Lotus e o sueco estava forçando sua saída da equipe. Quando os treino se iniciaram, ainda haviam dúvidas se o sueco correria pela Lotus ou pela emergente Shadow.


Para o Brasil, mais importante do que o início da temporada do seu maior ídolo no esporte nacional, com a aposentadoria (temporária) de Pelé, era o início da aventura da família Fittipaldi como equipe de F1. Wilsinho sempre viveu a sombra do irmão mais famoso, mas desde o final de 1973 ele havia colocado em prática o sonho de uma equipe fundada pela família Fittipaldi e apoiado pela Copersucar, com um projeto de Ricardo Divila, o Copersucar FD-01 foi a Buenos Aires para a primeira corrida de um carro genuinamente brasileiro na F1. Wilsinho Fittipaldi seria o chefe de equipe e piloto único. Na Argentina, ainda havia a expectativa de um carro argentino fabricado por Orestes Berta também estreasse em solo portenho e o nativo Nestor Garcia-Veiga chegou a ser inscrito, mas o carro acabou não indo a pista. E nunca mais apareceria...


Numa temporada que foi dominada por McLaren, Ferrari, Tyrrell e Lotus, foi um verdadeiro choque ver o novo Shadow de Jean Pierre Jarier conseguir a primeira pole de ambos, com uma boa diferença de quatro décimos em cima do segundo colocado, o brasileiro José Carlos Pace. Mostrando a força que a Brabham tinha mostrado na última corrida de 1974, Carlos Reutemann largaria em terceiro, tentando vencer na frente dos seus fanáticos torcedores pela primeira vez. O campeão Emerson Fittipaldi largaria num discreto quinto lugar, enquanto seu irmão amargaria a última posição, com um tempo exatamente 11s pior do que o pole Jarier e quase 6s atrás do penúltimo colocado.


Grid:
1) Jarier (Shadow) - 1:49.21
2) Pace (Brabham) - 1:49.64
3) Reutemann (Brabham) - 1:49.80
4) Lauda (Ferrari) - 1:49.96
5) E.Fittipaldi (McLaren) - 1:50.02
6) Hunt (Hesketh) - 1:50.26
7) Regazzoni (Ferrari) - 1:50.71
8) Depailler (Tyrrell) - 1:50.80
9) Scheckter (Tyrrell) - 1:50.82
10) Andretti (Parnelli) - 1:51.06


O dia 12 de janeiro de 1975 estava quente e ensolarado, como normalmente acontece nessa época do ano em Buenos Aires, com os pilotos até mesmo acostumados ao forte calor que faz na corrida argentina. Jarier deveria estar super animado com a sua primeira pole na F1 enquanto estava no grid, pensando de qual forma faria a primeira curva e de como seguraria atrás de seu surpreendente Shadow os melhores pilotos do mundo. No entanto, o momento de regogizo do francês duraria menos do que o imaginado. Enquanto completava a volta de apresentação, a caixa de cambio do carro de Jarrier não funcionava como deveria. Houve um tremor. Por fim, a transmissão do Shadow havia quebrado na volta de apresentação, para desespero de Jarier e alegria da dupla da Brabham, que largaria em dobradinha.


Porém, isso ainda não era suficiente para a torcida argentina que lotava o autódromo Oscar Galvez. Carlos Reutemann faz uma excelente largada e ultrapassa seu companheiro de equipe e xará ainda antes da primeira curva, com os portenhos indo a loucura e não parando de gritar 'Lole', para incentivar Reutemann a disparar na ponta, à frente de Pace, Lauda, Hunt e Fittipaldi. Enquanto Scheckter e Mass se tocavam na primeira volta e tinham que ir aos boxes, perdendo muito tempo para almejar algo de bom na corrida, a dupla da Brabham abria uma boa vantagem sobre os demais, com Lauda segurando Hunt e Emerson. Finalmente na oitava volta o inglês pôde ultrapassar o piloto da Ferrari e partiu para cima de Pace, com Fittipaldi a atacar Lauda. Na 13º volta, Wilsinho Fittipaldi estava somente à frente do atrasado Mass, quando o brasileiro perdeu o controle do seu Copersucar e bateu forte na barreira de proteção, rompendo o tanque de combustível e iniciando um incêndio. Apesar da pancada, Wilsinho saiu do carro sem problemas, mas o modelo FD01 queimou até um carro do caminhão de bombeiros chegar. Foi um enorme frustração para os brasileiro envolvidos e não faltou lamentação no box tupiniquim.

Para aumentar a tristeza brasileira, José Carlos Pace rodou na volta seguinte praticamente no mesmo local em que Wilson havia batido, após ultrapassar Reutemann na mesma volta. O argentino estava perdendo rendimento, mas com o erro de Pace, permanecia em primeiro, enquanto o brasileiro cai de 2º para 7º. Hunt se aproximava gradualmente de Reutemann, trazendo consigo Lauda e Fittipaldi, que brigavam na pista desde o início da corrida. Na volta 23, finalmente o brasileiro ultrapassa a Ferrari, enquanto Hunt encostava de vez em Reutemann. Correndo em casa, o argentino mostra raça, mas seu Brabham tinha claros problemas de equilíbrio e foi ultrapassado por Hunt e Emerson em voltas consecutivas, nas voltas 26 e 27. Imediatamente Fittipaldi passou a atacar Hunt, que usou sua garra habitual para segurar o atual bicampeão, que tinha uma McLaren frente ao seu Hesketh. Na volta 35, o brasileiro assumiu a liderança da corrida.


Com a ponta da corrida na mão, Emerson passou a dominar a prova, aumentando sua diferença para Hunt, que por sua vez não tinha que se preocupar com Reutemann, já um distante 3º colocado, com as duas Ferraris brigando com o Brabham de Pace nas voltas finais. Mais equilibrado e mostrando que tinha carro para conseguir a vitória, Pace ultrapassa as duas Ferraris, com Regazzoni já à frente de Lauda, mas seu motor o trai nas últimas voltas, entregando o 4º lugar a Regazzoni, com Depailler ainda ultrapassando Lauda nas voltas finais. Assim como tinha acontecido quando havia defendido seu título de 1972, Emerson inicia a temporada seguinte com uma boa vitória na Argentina, dando a pinta que continuaria vencendo na temporada. O tempo mostraria que aconteceria a mesma história de 1973. Para os brasileiros da Copersucar, só restava construir um novo carro para Wilsinho Fittipaldi para a corrida caseira em Interlagos.


Chegada:
1) E.Fittipaldi
2) Hunt
3) Reutemann
4) Regazzoni
5) Depailler
6) Lauda

Mais

Começando 2015 relembrando o passado

Caros Amigos do Gpexpert,

Começa o ano, uma nova temporada vem por aí.Por hora, a agitação de 2015 só começa em fevereiro, por isso vamos relembrar o passado.Voltamos para 1985, uma grande temporada.Não foi tão boa quanto a temporada de 1984, pois Prost finalmente conseguiu seu título, sem ter aquela disputa apertada do ano anterior.Embora Alboreto tenha liderado o início da temporada,Prost foi soberano na segunda metade. 
Este ano foi muito legal, pois tivemos 8 vencedores diferentes em 16 corridas, para comparação, tivemos 3 vencedores em 19 corridas em 2015.Sem Palavras.
Além das grandes corridas, tivemos a primeiras vitórias de Senna e Mansell,as últimas de Lauda,Alboreto, Rosberg, De Angelis e da equipe Brabham.Para o Brasil, embora não tenha disputado o título, disputou a vitória em várias vezes, levando três.
video
Começamos com as "escalações" de 1985 (retirado do youtube do tvs088), notem que houve mudanças durante ano como na Toleman e Ferrari.

Abraços and keep yourself alive!

Mais

Apresentações, testes, pilotos e calendário

A temporada de 2015 do Mundial de F1 começa a 15 de março, com o GP da Austrália (Melbourne), mas o trabalho para que tudo esteja a posto já começou a ser feito há muito.

Os primeiros sinais do que serão os carros da nova temporada serão confirmadas nas apresentações, com as escuderias a recorrerem maioritariamente à Internet para mostrarem as respetivas armas. Nesse capítulo, apenas a Force India já marcou a data: 21 de janeiro.

Seguem-se os testes, todos em circuitos espanhóis, que começam uma sessão em Jerez de la Frontera entre 1 e 4 de fevereiro. Segue-se uma jornada dupla em Barcelona (circuito da Catalunha):  de 19 a 22 de fevereiro e de 26 de fevereiro a 1 de março.

Esta notícia será atualizada à medida em que forem sendo conhecidas mais informações oficiais.

APRESENTAÇÕES
  • Force India:  21 de janeiro
  • Ferrari: a confirmar
  • Lotus: a confirmar
  • McLaren: a confirmar
  • Mercedes: a confirmar
  • Red Bull: a confirmar
  • Sauber: a confirmar
  • Toro Rosso: a confirmar
  • Williams: a confirmar

TESTES
  • 1 a 4 de fevereiro: Jerez de la Frontera (Espanha)
  • 19 a 22 de fevereiro: Barcelona (Espanha)
  • 26 de fevereiro a 1 de março: Barcelona (Espanha)

PILOTOS E EQUIPES

MERCEDES
  • Pilotos de corrida: Lewis Hamilton e Nico Rosberg
  • Motor: Mercedes

RED BULL
  • Pilotos de corrida: Daniel Ricciardo e Daniil Kvyat
  • Piloto reserva: Sébastien Buemi
  • Motor: Renault

WILLIAMS
  • Pilotos de corrida: Valtteri Bottas e Felipe Massa
  • Motor: Mercedes

FERRARI
  • Pilotos de corrida: Sebastian Vettel e Kimi Räikkönen
  • Piloto reserva: Estebán Gutiérrez
  • Piloto de testes: Jean-Éric Vergne
  • Motor: Ferrari

MCLAREN
  • Pilotos de corridas: Fernando Alonso e Jenson Button
  • Piloto reserva: Kevin Magnussen
  • Motor: Honda


FORCE INDIA
  • Pilotos de corrida: Nico Hulkenberg e Sergio Pérez
  • Motor: Mercedes

TORO ROSSO
  • Pilotos de corrida: Max Verstappen e Carlos Sainz Jr.
  • Motor: Renault

LOTUS
  • Pilotos de corrida: Romain Grosjean e Pastor Maldonado
  • Motor: Mercedes

SAUBER
  • Pilotos de corrida: Marcus Ericsson e Felipe Nasr
  • Piloto reserva: Raffaele Marciello
  • Motor: Ferrari

MARUSSIA: a confirmar

CATERHAM: a confirmar

CALENDÁRIO 2015 (provisório):


15 março: Austrália
20 março: Malásia
12 abril: China
19 abril: Bahrain
10 maio: Espanha
24 maio: Monaco
7 junho: Canadá
21 junho: Áustria
5 julho: Grã-Bretanha
19 julho: Alemanha
26 julho: Hungria
23 agosto: Bélgica
6 setembro: Itália
20 setembro: Singapura
27 setembro: Japão
11 outubro: Rússia
25 outubro: Estados Unidos
1 novembro: México
15 novembro: Brasil
29 novembro: Abu Dhabi

Mais

Finalizando 2014 e ... 84

Caros Amigos do Gpexpert,



Estamos finalizando o ano e para terminar, vamos fechar relembrando o passado.Se a temporada de 2014 não foi o sonho do torcedor, se 2004 foi um ano insosso dominado por Schumacher e 1994 foi ano do horror com mortes na F1 e fim de ano com uma decisão ridícula.
1984 foi um ano espetacular com a disputa entre dois gênios:Lauda e Prost. Mesmo com 2 vitórias a mais (7-5), Prost perdeu o campeonato por meio ponto.
No vídeo abaixo retirado do Youtube, você tem a corrida decisiva, onde houve muita emoção e drama, já que Prost precisava vencer (e conseguiu!) e Lauda precisava ser segundo, mas largou muito para trás e teve fazer muitas ultrapassagens.Finalizando, lembrar a grande corrida do novato Ayrton Senna,terceiro. 

https://www.youtube.com/watch?v=WZwGS2BkCs0

Abraços, um feliz Natal, um 2015 cheio de vitórias and keep yourself alive!

Mais

O cartão de Natal

O cartão de Natal do tio bernie de 2014

Mais

Sobe, desce e quem ficou na mesma na F1 2014:Parte Final

Caros Amigos do Gpexpert,

Vamos agora aos que "ficaram na mesma" em 2014:

Pilotos:

Nico Rosberg:Foi muito difícil avaliar Nico este ano.Se pensarmos que ele chegou a última corrida disputando o título, poderíamos dizer que foi um grande ano para o alemão, mas se considerarmos que ele liderou boa parte do campeonato e perdeu, sendo presa fácil para Hamilton, podemos dizer que ele fracassou.Pelo meio termo, não merece nem vaias e grandes aplausos.

Fernando Alonso: Foi um ano bem fraco em questão de resultados para Alonso.Poucos pódios, nenhuma vitória e muitas turbulências.Seu valor como piloto não foi nenhum pouco diminuído,por isto, a Mclaren-Honda pagou muito caro para levá-lo.Mesmo assim, as brigas fora de pista com os dirigentes da Ferrari desgastaram sua imagem na equipe italiana.

Nico Hulkenberg:Embora seu companheiro de equipe tenha ido bem em 2014, Hulk não fez feio também,mesmo não tendo qualquer chance uma grande equipe, continua sendo considerado, uma grande força na F1.

Felipe Massa:Veio como primeiro piloto da Williams para 2014,mas boa parte da temporada foi mais lento que Bottas,além de sofrer muitos azares (a pontuação final do ano não nos deixa mentir),mas a partir da Itália a coisa mudou, Massa melhorou muito e fechou bem o ano,salvando sua imagem.Para voltar a vencer, precisa ter a constância durante o ano todo.

Equipes:

Mclaren-Foi ligeiramente melhor esse ano.Conseguiu um pódio duplo na Austrália e mais pontos que 2013.Não se podia esperar mais que isso este ano no fim de feira da Mercedes na equipe
.O grande trabalho da Mclaren foi se preparar tecnicamente e financeiramente para 2015.


STR-Esta continua sempre a mesma, fez pouco pontos e nem com o fraco desempenho com RBR, se impôs ou saiu do fim  da tabela, segue fazendo o papel de revelar pilotos para a irmã rica.

Lotus:Foi um péssimo ano para equipe comparado com 2013, mas pelo menos deixou uma boa semente para 2015, correrá com a Mercedes e os erros do péssimo carro de 2014 não devem ser repetidos em 2015.

Bom e foi isso, vale torcer por um 2015.
Abraços and keep yourself alive.

Mais
Colunas GP Expert
TEMPLATE ERROR: Invalid data reference newerPageUrl: No dictionary named: '' in: ['blog', 'skin', 'view'] TEMPLATE ERROR: Invalid data reference olderPageUrl: No dictionary named: '' in: ['blog', 'skin', 'view']