Home | Publicações GP | Parceria | rss Rss | Facebook FaceBook | twitter Twitter | Contato

Como será lembrado Barrichello?

Caros Amigos do GpExpert,

Como disse semana passada, Rubens Barrichello, o mais novo aposentado da F1, merecia um post só para ele.
Primeiramente, ele merece o nosso respeito. Um piloto com uma ótima carreira nas categorias de base, sendo campeão de várias categorias (entre elas a F3 britânica), que teve uma carreira tão longa na F1, com 11 vitórias e pilotou para a principal equipe da F1 por 6 temporadas, não é nenhuma porcaria.
Porém, Barrichello não foi campeão?!
O grande problema de Rubens, talvez não fosse seu talento, embora não seja um gênio das pistas.
O seu grande problema, talvez tenha sido, algumas declarações infelizes e falta de "timing" para crescer na F1. ( Ter falta de "timing" não exclusividade de Rubens, muitos pilotos da F1 e pessoas como este que escreve, tem este problema e por isto pagam caro)
Para entender esta falta de timing na F1, vamos fazer uma retrospectiva da história de Barrichello na F1.

Rubinho começou bem na F1. Escolheu uma equipe( ou foi escolhido?) de potencial crescimento, que havia feito um ano de 92 muito ruim.
Fez boas atuações, como a ótima performance em Donington, mas que graças a uma falha do carro, o pódio escapou.
Isto foi recorrente em 93, boas corridas e falhas no carro, mas no fim, Barrichello conseguiu seus pontos. Saldo Positivo.
Em 1994, o destino ou a Tamburello, mudou o destino da F1, de todos nós, mas principalmente o de Barrichello, a sucessão natural de Senna para Barrichello, ocorreu de maneira forçada e triste. Mesmo assim, Barrichello faz uma ótima temporada, consegue pódio e pontos, mas principalmente o interesse de todas equipes de ponta. Williams, Ferrari e McLaren queriam Barrichello, mas algumas propostas são vetadas por Eddie Jordan e no caso da McLaren, o próprio Barrichello não quis, já que a equipe fazia uma temporada muito fraca. Começa o erro de "timing"...
Em 1995, a equipe Jordan troca o motor Hart pelo Peugeot, os resultados não mudam muito e Barrichello continua prestigiado em equipes de ponta como a Ferrari, mas fica na Jordan.
Em 1996, a Jordan despenca e o prestígio de Barrichello com Eddie Jordan também, mas desta vez não há propostas de equipes grandes. Rubens é "resgatado" por Jackie Stewart que lhe dá uma nova oportunidade na F1.
Em 1997, parece uma reprise de 1993, boas atuações e um carro falho. Destaque para a grande corrida na chuva em Mônaco.
Em 1998, uma temporada para se esquecer. Em 1999, a Stewart faz um bom carro e Barrichello faz ótimas apresentações, com vários pódios, embora a vitória da equipe venha com o companheiro e amigo Herbert. Tão boa temporada, que Barrichello é chamado para a Ferrari, em lugar de Irvine, que é chutado por Schumacher.
Barrichello começa na equipe com uma declaração infeliz :" Serei o piloto 1B da equipe". Não acreditando que seria mais um escudeiro de Schumacher.
O sonho da Ferrari não começa bem. Nas primeiras corridas, Schumacher vence várias corridas e ruma para o título, enquanto Rubens, ou quebra ou faz atuações apagadas.
De repente, numa grande corrida e uma inesperada vitória na Alemanha, parecia que o campeonato de Barrichello mudaria, mas as dificuldades do início de ano reaparecem e ele termina o ano num quarto lugar, longe do campeão Schumacher.
De 2001 a 2004, A Ferrari impera, mas em nenhum momento Rubens luta pelo título. Ser escudeiro de Schumacher rende vitórias, dois vices campeonatos, mas muitas situações ruins e a desilusão de nunca poder ser o campeão. Sem esquecer da vitória dada na Áustria em 2002.
Para piorar a situação Barrichello, solta um dia desses: " Sou só um brasileirinho, contra o mundo!".Esta frase gera a fúria dos brasileiros, acostumados com declarações fortes vencedoras de Senna e Piquet.
Durante esta fase, Rubens recebe propostas de Mclaren e Williams, as concorrentes diretas da Ferrari, mas recusa.
Em 2005, a Ferrari tem um mau ano e Barrichello resolve sair da equipe. Se ficasse mais um ano, veria o alemão aposentar e ele seria o primeiro piloto, mas o pior era escutar do Heptacampeão em sua despedida que:" Rubens não era rápido o suficiente."
Em 2007 e 2008, Rubens "pasta" com carros péssimos, embora faça um grande pódio em Silvertone na chuva.
Em 2009, Barrichello fica na mira do desemprego, mas Ross Brawn o resgata e coloca na novata equipe Brawn.
A equipe Brawn assombra o mundo e começa ganhando tudo, mas com Jenson Button. Barrichello demora para se acostumar com o carro, mas finalmente, no final de temporada, chega a disputar o título, vencendo corridas e fazendo uma pole position épica no Brasil. Termina o ano em terceiro, mas acaba sendo sua melhor participação, levando o contexto do ano.
Ele acaba indo para a Williams, já que a Brawn é comprada pela Mercedes. Faz bom ano com fraco carro da Williams. Em 2011, fica no pior carro da Williams já produzido e acaba sendo dispensado, sendo forçado a se aposentar.

Resumindo: Barrichello não pode e nem deve se envergonhar da grande carreira que fez, mas certos acontecimentos na sua carreira contribuem para críticas ruins.
Como será lembrado Barrichello? Pífio ou piloto muito bom?

Abraços and keep yourself alive!!

Leia Mais

Férias, pelo menos para mim....

Bom pessoal depois de completarmos dois anos eu vou dar uma saidinha de férias, por este motivo o GP Expert estará um pouco mais devagar na semana do dia 28/01 até 06/02, mas os GPs e os Pilotos que nasceram no dia serão atualizados normalmente, por tanto os "colaboradores" do GP Expert  ficarão encarregados de atualizar o site.
E como você podem ver pela foto alem do meu carro estou levando junto o trailer para aproveitar bastante. Até o dia 02.
Leia Mais

2 Anos de GP Expert


Bom galera hoje o GP Expert completa 2 anos no ar. Quero agradecer aos nossos leitores e amigos que neste tempo vem contribuindo para que o site seja ainda maior. E a ideia de continuar fazendo ainda maior e melhor este espaço continua e para quem puder e estiver disposto a ajudar é só nos procurar.

Agora vamos a um pouquinho da história do GP Expert. A ideia para a construção do site veio no final de 2000 quando eu Jean Corauci e Alexandre Rangel ainda dávamos aula juntos e resolvemos criar um espaço com dados e imagens da F1, o tempo foi passando e acabamos um indo para cada lado, mas a idéia do site ficou para segundo plano embora o primeiro logotipo do site já existisse e algumas outras imagens, hoje nenhuma delas esta no ar.

O tempo passou e eu sempre navegando pela net e vendo imagens de um site ou de outro e sempre pensando que a idéia do GP Expert tinha que ir para o ar, foi quando em 2010 perguntei ao Rangel se ele tinha interesse em colocar aquela nossa ídeia do site para funcionar, mas desta vez seria através de um blog, ele disse que teria interesse e foi ai que em 26 de janeiro de 2010 o primeiro post do GP Expert foi ao ar, no inicio eram posts com imagens e algumas curiosidades da F1, o Rangel pensava em fazermos um post por semana eu já pensava em colocar vários por dia e dai para criarmos as colunas semanais foi um pulo.

Minha ideia de ter um enciclopédia com dados da F1 sempre existiu e era essa a ídeia inicial do GP Expert, mas eu teria que me contentar em ter somente posts, até que no ínicio de 2010 resolvi que mesmo através de posts a enciclopédia seria criada, hoje ela esta funcionando ainda falta muita coisa, mas todas as corridas, todas as temporadas estão lá e a cada dia que passa um dado novo é incluído e muita coisa passa a funcionar como se fosse um banco de dados.

Muita coisa chega para nós podermos publicar, mas nem tudo da para publicar e mesmo assim muita coisa não é de autoria do mandante e assim acabamos recebendo criticas por estarmos colocando um post que seria uma copia.

Não vou ficar discutindo esse negócio de copia, pois acho que na verdade um site pelo menos copia um pouco do outro e já recebemos muitas críticas a este respeito e até já ajudamos sites que no seu inicio nos agradecia por estarmos ajudando o mesmo a ser divulgado. Hoje este mesmo site nem se recorda que fomos nós o primeiro site a divulgá-lo.

Só mais um detalhe quando eu pensei em criar o GP Expert News, minha idéia era pegar todas as notícias que eu encontrava na web e republicá-las aqui, assim você nosso leitor não teria que ficar entrando em vários sites para ler uma notícia aqui e outra alí, aliás esta idéia não é minha eu estaria fazendo igual a um site extinto chamado Canal Palmeiras, lá eu entrava todo hora para ver notícias do verdão assim não precisava ficar indo site por site para ler notícias, todas já estavam lá. Ficava bem mais fácil e foi isso que eu pretendi fazer aqui no GP Expert News, mas nem todos entenderam desta forma e muitas criticas e queixas chegavam para nós até que fui diminuindo as notícias e hoje só publico notícias que recebemos através da acessoaria de imprensa do piloto ou da categoria.

Muita coisa boa ainda esta por vir e se depender de minha vontade virá com certeza.
Bom galera acho que é isso, 2 anos no ar, só com a ajuda de vocês, meu MUITO OBRIGADO!
Leia Mais

Venci!!


A festa de Barrichello (opa, errei) em Mônaco/2011. É o Vettel vencendo a corrida mais importante do calendário de F1 no planeta. Corridas importantes+vitórias=ao meu novo post no blog. Clique no link ao lado -> .
Leia Mais

Você Sabia? Que John Watson jurou que cortava a barba quando vencesse uma corrida

SABIA QUE... John Watson jurou que cortava a barba quando vencesse uma corrida -
Promessa é divída e apesar do ter feito a contra gosto, John Watson foi obrigado a cumprir o trato com Roger Penske, na Áustria, em 1976.

Tomar o lugar de um colega de profissão morto não é fácil, ainda mais quando o novo chefe tinha uma relação de amizade com o piloto que se vai substituir. Depois de uma temporada apagada na Surtees, John Watson foi chamado pela Penske no GP do Canadá, última prova da temporada de 1975, para substituir Mark Donohue, que morreu durante o GP de Itália.

No início do ano seguinte, o piloto da Irlanda do Norte apostou com o seu chefe Roger Penske que cortaria a sua barba se a equipe americana ganhasse uma corrida. A princípio, Watson achou que não deveria ter grandes hipóteses de sacrificar a sua barba, pois o novo PC3 raramente pontuava, com exceção um quinto lugar na África do Sul.

Tudo mudou com a estreia do PC4, na França, quando John Watson recuperou de sétimo para terceiro graças a vários abandonos dos adversários. Na semana seguinte, em Silverstone, Watson foi quarto (transformado em terceiro com a desclassificação de James Hunt, três meses depois). Na Áustria, faltava exorcizar o "demónio" da perda de Donohue, mas no domingo de manhã parecia que ia correr tudo bem. A chuva do dia anterior havia dado lugar ao sol e Watson saiu da primeira linha. Depois de trocar de posições nas primeiras voltas com Ronnie Peterson e Jody Scheckter, ninguém mais viu o nativo do Ulster até ao final da corrida. Roger Penske não perdeu tempo a cobrar a aposta, e desde então John Watson nunca mais usou barba.
Leia Mais

Caterham, ex-Lotus, mostra o novo carro

Caterham, que era a Lotus malaia, apresentou o seu novo carro pelo Twitter

A equipe Caterham, que era Lotus até o ano passado, antecipou o lançamento do novo modelo CT01, que será usado por Heikki Kovalainen e Jarno Trulli na temporada de 2012 – ainda há especulações sobre a vinda de Vitaly Petrov para a vaga do italiano.

O lançamento oficial estava marcado para quinta-feira, mas a imagem do carro vazou na internet e o Twitter oficial da escuderia publicou uma foto nesta quarta, prometendo mais detalhes e uma entrevista com o chefe Mike Gascoyne para o dia seguinte.
A foto vazou porque o lançamento oficial aconteceu através da revista britânica "F1 Racing", que chegou nas mãos de seus assinantes um dia antes.

Apesar da mudança de nome, as cores da escuderia foram mantidas, e o design do carro apresentou um bico mais baixo, sinalizando uma tendência que deve ser seguida por outros times devido às regulações técnicas para a temporada.

O carro contará com motores Renault, e deverá fazer o seu primeiro teste em Jerez de la Frontera no mês que vem, durante os ensaios coletivos. Maiores detalhes sobre as especificações do bólido deverão ser divulgados na quinta-feira.
Leia Mais

Interlagos -1972

 Equipe Lotus-Peter Warr (chefe de equipe) à esquerda e Emerson Fittipaldi ao volante (ou quase).


 Equipe Tyrrell-O dono Ken à esquerda, e Jackie Stewart ao volante.


 Equipe Lotus-Peter Warr e Emerson atentos a Ronnie Peterson.


François Cevert - o "bonitão" da Formula 1.


Garimpei umas imagens curiosas de um teste de pneus da F1, realizada em Dezembro de 1972 no Autódromo de Interlagos, sob a tutela da Goodyear. A Lotus aqui nestas fotos, que até naquele ano utilizava os Firestone ( conquistara o campeonato daquele ano com Emerson Fittipaldi), estava migrando para o novo fornecedor. A Firestone iria se retirar da Formula 1 no final de 1974. 
fonte: http://mybestcarcom.blogspot.com
Leia Mais

Raio X: Williams FW14B


O modelo fw14b foi o modelo da equipe Williams utilizado em 1992 que levou o inglês Nigel Mansell a seu primeiro e único título mundial. Este modelo é considerado por muitos o melhor modelo produzído para a F1 por ter a então revolucionária suspensão ativa.

Informações Técnicas
  • Desenhista : Patrick Head / Adrian Newey / Eghbal Hamidy
  • Châssis : Monocoque en fibre de carbone / Kevlar
  • Peso : 505 kg
  • Transmissão: Transversale semi-automatique - Nbre de rapports : 6
  • Tanque : 223 L
  • Suspensão : Active hydraulique
  • Freios : Disques Carbone Industrie / Etriers AP Racing
  • Motor: Renault
  • GPs: 16
  • Vitórias: 10
  • Pilotos: Nigel Mansell e Riccardo Patrese
Leia Mais

Linas-Montlhéry

Em meados de 1924 era inaugurado um circuito oval na pequena cidade francesa de Linas. Até aí nada demais, certo?! Só que esse  circuito carrega uma história bastante interessante, e que até então era desconhecida por mim e por um monte de gente.

Logo depois de inaugurado, o circuito de Linas-Montlhéry fez muito sucesso, despertando o interesse dos organizadores do Grande Prêmio da França em trazer a competição para a nova pista. Mas, para isso era necessária a construção de um circuito misto, de estrada. Trataram de tomar por base as estradas existentes na vizinhança, e acabaram fazendo o maior circuito misto da época. E bem desafiador por sinal. Uma espécie de Nordschleife francês.



Durante a Segunda Guerra Mundial grande parte da pista (inclusive os famosos "bankings") sofreram danos que só foram reparados na sua reinauguração (graças à iniciativa privada), em 1946. O local serviu como treinamento de diversos regimentos aliados e, quando da ocupação alemã (entre 1940 e 1944), chegou até mesmo a receber um campo de prisioneiros.  


Nos anos de 50 nascia uma nova vedete nas pistas europeias: a F1. Mas, como esta optou por correr nos circuitos franceses de Rouen e Clemond-Ferran, restou à Linas-Montlhéry sediar os 1000 Km de Paris; prova de endurance disputada pela primeira vez em 1956, e que foi extinta no final de 1973.

Apesar de só ser utilizado pela associação que o conserva e mantém, o circuito permanece lá, pronto para ser utilizado. Até a montadora Renault oferece cursos por lá. Ou seja: é um patrimônio preservado e auto-sustentável... Bem diferente do que se vê por aqui.


Veja mais sobre automobilismo no Blog do Boueri



Leia Mais

O funeral de Senna no dia 5 de maio de 1994





Uma foto pode dizer se a pessoa está triste ou feliz. Esta foto mostra uma coisa triste. Duas pessoas. Um homem e uma mulher. Dando seu último adeus para Senna.


Para ler a postagem completa no meu blog, clique no link ali do lado -> .


Marcelo Necro. No Twitter, @MNecro.

Leia Mais

Separados no Nascimento: Gugelmin x Burti

A coluna separados no nascimento estava sumida, mas voltamos hoje com Maurício Guglemin em 1989 e Luciano Burti em 2001. Alguma semelhança?

Leia Mais

Acidente de Senna em Imola 1994


Esse fotógrafo é muito bom. Fez uma foto ótima. Retratando o pior acidente de todos os acidentes que mataram pilotos de F1. Para ler o post completo no meu blog, clique no link ao lado -> .
Marcelo Necro. No Twitter, @MNecro.
Leia Mais

Veja 19 momentos de Rubinho na F1

Rubens Barrichello ficou sem a vaga na Williams e está ameaçado de deixar a Fórmula 1. Em uma manifestação no Twitter, o brasileiro disse que o futuro está bem aberto, mas a contratação de Bruno Senna pela equipe inglesa tem grandes chances de realmente tirar Barrichello da elite do automobilismo mundial. Por isso, o Terra selecionou os 19 momentos mais marcantes do piloto na categoria - o equivalente a um a cada temporada dele na F1. Saiba mais nas próximas páginas:    Foto: Getty Images 

Rubens Barrichello ficou sem a vaga na Williams e está ameaçado de deixar a Fórmula 1. Em uma manifestação no Twitter, o brasileiro disse que o futuro "está bem aberto", mas a contratação de Bruno Senna pela equipe inglesa tem grandes chances de realmente tirar Barrichello da elite do automobilismo mundial. Por isso, selecionmos os 19 momentos mais marcantes do piloto na categoria - o equivalente a um a cada temporada dele na F1.



GP da África do Sul de 1993
No circuito de Kyalami, Barrichello disputou em 1993 o primeiro de seus - até agora - 323 Grandes Prêmios na Fórmula 1. O piloto que é recordista nesse quesito estreou pela Jordan e abandonou a prova na 31ª volta, com problemas no câmbio

GP da Europa de 1993
A nona etapa daquela temporada é lembrada até hoje como uma das melhores exibições da carreira de Ayrton Senna (foto), que venceu. Mas houve um coadjuvante de peso em Donington Park: Barrichello, que largou em 12º, mas mostrou pela primeira vez na carreira sua grande habilidade na chuva, chegando à terceira posição. Porém, a má sorte o levou a ter problemas no câmbio, e ele abandonou na penúltima volta - mesmo assim, ainda conseguiu o décimo posto.

GP do Pacífico de 1994
O primeiro pódio de Barrichello na Fórmula 1 veio na segunda prova de 1994. Ainda pela Jordan, o brasileiro largou na oitava posição no autódromo de Aida, no Japão, e terminou na terceira. A corrida foi marcada pelo domínio da Benneton do alemão Michael Schumacher, que deu uma volta em todos os outros competidores, à exceção do segundo colocado, o austríaco Gerhard Berger.

GP de San Marino de 1994
Um dos principais acidentes da carreira do piloto aconteceu nos treinos livres para a prova seguinte. A mais de 200 km/h, ele decolou com sua Jordan no circuito de Ímola e se chocou violentamente contra a barreira de pneus. Dois dias depois, a então jovem promessa não participou da prova devido ao nariz quebrado e ao gesso no braço. Naquele mesmo domingo, 1º de maio, Ayrton Senna morreu após bater sua Williams na curva Tamburello.

GP da Bélgica de 1994
Com 14, o brasileiro soma mais pole positions que vitórias (11) em sua história na categoria. A primeira vez em que ele largou na primeira colocação foi surpreendente. Em 1994, no circuito de Spa-Francorchamps, ele aproveitou a pista molhada e se tornou o pole mais jovem da história, com 22 anos, três meses e cinco dias - atualmente é o terceiro da lista, atrás de Sebastian Vettel e Fernando Alonso. Na corrida, abandonou na 19ª volta, após acidente.

GP da Europa de 1999
A Stewart durou de 1997 a 1999 e em todas as temporadas teve Barrichello como seu principal pontuador. No último ano, porém, a primeira e única vitória da história da equipe veio com o britânico Johnny Herbert, que triunfou no circuito de Nurburgring, na Alemanha. Com a terceira colocação, o brasileiro também subiu ao pódio na corrida, que foi disputada sob uma chuva fraca que deixou as condições caóticas - apenas nove carros cruzaram a linha de chegada.

GP da Alemanha de 2000
A primeira vitória da carreira de Barrichello também foi sob chuva. Em Hockenheim, ele teve uma de suas atuações mais notáveis e venceu em sua 11ª exibição pela Ferrari. O piloto largou em 18º, conseguiu muitas ultrapassagens e se beneficiou por um francês que invadiu a pista e provocou a entrada do safety car. Mais próximos dos líderes, o brasileiro bateu Mika Hakkinen ao não trocar pneus quando a chuva voltou a cair, completando a prova com slicks.

GP da Áustria de 2001
A passagem de seis anos de Barrichello pela Ferrari foi marcada por algumas polêmicas. No circuito de A1-Ring, o brasileiro, respeitando ordens da equipe, cedeu a segunda posição ao companheiro, Michael Schumacher, na última volta da prova. A etapa era apenas a sexta do campeonato, que seria vencido pelo alemão com 58 pontos de vantagem sobre o britânico David Coutlhard, da McLaren - o equivalente a quase seis vitórias.

GP da Áustria de 2002
A "entregada" mais marcante da carreira de Barrichello viria um ano depois, no mesmo autódromo. Desta vez, o brasileiro liderava a prova quando, novamente sob ordens da Ferrari, permitiu a ultrapassagem de Schumacher já na reta dos boxes, a poucos metros da linha de chegada. Novamente, a corrida austríaca era a sexta do Mundial, ganho pelo alemão com 67 pontos a mais que o segundo colocado, justamente o companheiro de escuderia.

GP dos EUA de 2002
Depois dos dois episódios, Schumacher resolveu recompensar Barrichello. Na penúltima corrida de 2002, o alemão cedeu passagem ao brasileiro também nos metros finais. O paulista conseguiu a quinta vitória da carreira por uma diferença mínima: 0s011.

GP da Inglaterra de 2003
O sexto êxito de Barrichello na Fórmula 1 veio de maneira memorável e terminou com "sambadinha". Após obter a pole position, ele largou mal em Silverstone e caiu para o terceiro lugar, atrás da Renault de Jarno Trulli e da McLaren de Kimi Raikkonen. Agressivo, o brasileiro travou o primeiro belo duelo do dia com a Williams-BMW de Ralf Schumacher e superou o rival. No fim da prova, estava em segundo e pressionou Raikkonen até o finlandês cometer um erro.

GP da Hungria de 2003
A participação de Barrichello no circuito de Hungaroring em 2003 durou 19 voltas. O brasileiro, que havia largado na quinta posição, perdeu o controle de seu carro e abandonou, com um problema na suspensão. Poucos dias depois, a Ferrari emitiria um comunicado polêmico sobre o ocorrido, dizendo que a quebra do triângulo da suspensão traseira esquerda foi causada pelo piloto, que passou fortemente pela zebra em disputa com a Jaguar de Mark Webber.

GP do Japão de 2003
O penúltimo dos sete títulos mundiais de Schumacher foi conquistado com uma ajuda de Barrichello. O brasileiro deu mais tranquilidade ao colega dominando a maior parte da corrida em Suzuka, a última do ano, e deixando Kimi Raikkonen em segundo. Quando chegou à prova, o alemão precisava de apenas um ponto para garantir o troféu e foi justamente isso o que conseguiu no Japão, com o oitavo lugar. O finlandês terminou o ano com 91 pontos, contra 93 do campeão.

GP da China de 2004
A nona e última vitória de Barrichello pela Ferrari veio na antepenúltima etapa de 2004 e lhe assegurou também o vice-campeonato mundial - o segundo de sua carreira. No circuito de Xangai, o brasileiro não teve a concorrência de Schumacher, que largou em último por problemas no treino classificatório e logo no início da prova tocou seu carro com a Jaguar de Christian Klien. Ao final, o alemão terminou em 12º e ainda levou uma volta do companheiro.

GP da Espanha de 2009
Um dos maiores desabafos da carreira de Barrichello veio em Barcelona. Ele liderou a maior parte de sua quinta prova pela Brawn GP, mas perdeu a ponta no fim para o companheiro, o inglês Jenson Button, que durante a corrida mudou a estratégia de duas para três paradas. Em entrevista, o brasileiro disse que logo após a etapa cobrou explicações de Ross Brawn, ameaçando se aposentar da F1 imediatamente caso o chefe tivesse feito alguma manobra para ajudar Button.

GP da Itália de 2009
Brawn alegou que a mudança na estratégia de Button foi uma coincidência e uma necessidade de momento e tranquilizou Barrichello, que seguiu na equipe e conseguiu a segunda vitória no ano na Itália mesmo após largar apenas no quinto posto. Com o resultado, passou a alimentar o sonho de ser campeão mundial. Esta foi a 11ª e última vitória do brasileiro na categoria - número que faz dele o 28º maior vencedor de todos os tempos.

GP do Brasil de 2009
Button dominava o campeonato com seis vitórias nas sete primeiras corridas, mas caiu de rendimento e permitiu a Barrichello sonhar com o título mundial. Este chegou à corrida de Interlagos, a penúltima do ano, com 14 pontos a menos que o inglês - havia 20 em disputa. O brasileiro se animou ao fazer a pole, mas concluiu o GP em oitavo. Já o inglês, que largou apenas em 14º, brilhou e garantiu o título com o quinto lugar.

GP da Hungria de 2010
Em uma vingança pessoal para o piloto, ele conseguiu uma bela ultrapassagem mesmo após ser "espremido" contra o muro pela Mercedes de Schumacher na reta dos boxes do autódromo de Hungaroring. "A justiça foi feita hoje de certa forma, porque acho que ele ficou parado por três anos e não mudou nada", desabafou Barrichello após a manobra, que lhe valeu o décimo lugar já no fim da prova e fez com que o alemão perdesse dez lugares no grid da etapa seguinte.

GP do Brasil de 2011
O 323º e possivelmente o último Grande Prêmio de Barrichello na Fórmula 1. Discreto durante todo o fim de semana com sua Williams, o piloto largou na 12ª posição e terminou duas atrás, levando uma volta do vencedor da prova, o australiano Mark Webber. Em 19 exibições em Interlagos pela categoria, o brasileiro abandonou 11 e só subiu ao pódio uma vez: com o terceiro lugar em 2004.

fonte: terra.com.br
Leia Mais

Miniaturas: Williams FW26 - Juan-Pablo Montoya (2004)

Esta miniatura é da marca Minichamps.


A equipa de Frank Williams, numa tentativa de voltar a conquistar os títulos (que fugiam desde 1997) e motivados pelos bons resultados da época de 2003, apresentou o Williams FW26 com o qual disputaria o campeonato de 2004. O Williams FW26 causou alguma sensação no meio da Formula 1 com o sensacional “nariz” (designado walrus nose) do monolugar. Os responsáveis pela inovação foram os designers Gavin Fisher e Antonia Terzi. Completamente diferente do que se via nos outros monolugares mas com resultados práticos apenas satisfatórios, a frente do FW26 foi de alguma maneira contestada desde início pelos pilotos da Williams, chegando mesmo a ser alterada para os restantes GP’s a partir da prova na Hungria, adoptando-se uma frente mais convencional.


O Williams FW26 utilizava o motor BMW P84 V10 de 2998 cm3, com 900 cv de potência (mais 30 cv do que o anterior). Os pneus eram os Michelin.
Nesse ano a Williams utilizou 4 pilotos diferentes devido ao acidente sofrido por Ralf Schumacher no GP dos EUA (Ralf esteve ausente em 6 provas regressando para as 3 últimas corrida do ano). Assim, o piloto colombiano Juan-Pablo Montoya efectuou a época completa (18 GP’s); o piloto alemão Ralf Schumacher participou em 12 provas; o piloto italiano Marc Gene participou em 2 provas e António Pizzonia, piloto brasileiro, esteve presente em 4 GP’s.


No final do campeonato a Williams não tinha conseguido alcançar os objectivos traçados no início da temporada. Juan-Pablo Montoya foi o melhor piloto da equipa ao ficar no 5º lugar do campeonato com 58 pontos (1 vitória na última corrida da época, no Brasil; 1 segundo lugar, na Malásia e 1 terceiro lugar, em San Marino). Ralf Schumacher ficou em 9º com 24 pontos (1 segundo lugar no GP do Japão). António Pizzonia foi o 15º com 6 pontos conquistados no 4 Gp’s em que participou. Marc Gene não conseguiu pontuar nas duas corridas em que esteve envolvido. A equipa Williams terminou o campeonato de construtores em 4º lugar, com 88 pontos e apenas 1 vitória. Para além de ter falhado os objectivos, a Williams teve piores resultados que o ano anterior. No final do ano a Williams não manteve nenhum dos seus dois pilotos titulares: Montoya saiu para a McLaren e Ralf Schumacher saiu para a Toyota.

A miniatura apresentada é o Williams FW26 (com o “nariz” original, “walrus nose”) do piloto colombiano Juan-Pablo Montoya.

Juan-Pablo Montoya nasceu a 20 de Setembro de 1975 em Bogotá (Colombia). Após a sua formação no kart, Montoya participa em 1996 na F3 britânica. Em 1997 passa para a F3000, campeonato que vence em 1998. Nesta mesma altura, Montoya tendo despertado as atenções, torna-se piloto de testes da Williams. Contudo, Montoya ainda teria de passar dois anos no CART antes de se estrear na F1. O primeiro ano no CART foi de sucesso já que Montoya conquistou o campeonato, contudo no ano seguinte a situação foi diferente apesar de ter conquistado as 500 Milhas de Indianápolis.


A estreia de Montoya na F1 foi com a Williams em 2001, no GP da Austrália (desistência). O seu primeiro pódio, um segundo lugar, acontece na Espanha, na sua 5ª prova na F1. A primeira vitória foi também no seu ano de estreia, no GP de Itália. No final do ano termina o campeonato na 6ª posição. No ano seguinte, apesar das várias pole-positions, Montoya não vence nenhum GP mas colecciona vários pódios e termina a temporada na 3ª posição. Em 2003 vence 2 corridas e termina novamente o campeonato no 3º lugar. No ano de 2004, Montoya corre ainda na Williams mas já com contrato com a McLaren para 2005. Apenas vence 1 GP e termina o ano na 5ª posição. Na McLaren em 2005 Montoya tem o seu melhor ano na F1 no que diz respeito a vitórias com 3 primeiros lugares, no entanto apenas é 4º classificado no campeonato. Em 2006 as suas performances pioram e a sua posição na McLaren agudiza-se quando no GP dos EUA Montoya colide com o seu colega de equipa, Kimi Raikkonen (finlandês). Uns dias depois anuncia que se vai retirar da F1 no final do ano para participar no NASCAR. Contudo pouco depois Ron Dennis anuncia a sua saída da McLaren com efeitos imediatos. Assim terminava a aventura de Montoya na F1, após 94 participações em GP’s, com 7 vitórias, 13 pole-positions e 12 melhores voltas. Depois da F1 Juan-Pablo Montoya rumou até aos EUA para participar no NASCAR, aliás aonde ainda se encontra actualmente.

Fonte: http://4rodinhas.blogspot.com
Leia Mais

Lamy e Lehto na largada de Imola 1994


Os outros carros não deixaram Pedro Lamy enxergar direito e Lamy acertou em cheio a Benetton azulada de J.J. Lehto. Para ler o post completo no meu blog, clique ali -> .

Marcelo Necro. No Twitter, @MNecro.







Leia Mais

Sangue de Ratzenberger em Imola 1994


Tá ali o sangue. Ali. Acima do visor do capacete. Clique no link ao lado para ler o post completo no meu blog .
Marcelo Necro. No Twitter, @MNecro.
Leia Mais

Do World Circuit até o GP4


Bom galera o Marcelo fez um post falando sobre a corrida inesquecível que ele fez no GP3 e com isso despertou em mim a vontade de falar sobre a tragetória do GP3.

Tenho certeza que posso falar em nome do co-fundador do blog o Alexandre Rangel que para nós o GP3 foi o melhor jogo de F1 de todos os tempos. Sei que irão falar que hoje temos simuladores infinitamente melhores e mais realistas, mas lá em meados de 99 o que a tecnologia podia fazer de melhor era o GP3 e com certeza até hoje muita gente ainda tem o GP3 no micro para poder jogar.

Vou contar minha história com simuladores de corrida. Tudo começou lá na infância onde nos fliperamas tinha duas máquinas de corrida, uma que podiamos jogar em pé mesmo com um volante um acelerador e um cambio, no jogo você sempre andava em linha reta e só tinha a opção de desviar dos carros e as vezes aparecia se não me engano um caminhão dos bombeiro, essa era uma das máquinas, mas a minha preferida era uma onde você entrava sentava, tinha volante, marcha, acelerador e freio, record-meo que tinhamos 4 tipos de circuito, um oval, um que vim a descobrir depois que era a pista antiga do Monte Fugi, uma era Suzuka e a outra não me recordo, o jogo era o Pole Position, neste simulador você fazia curvas, trocava somente uma marcha, mas já podia fazer a classificação e depois fazia a corrida que compreendia em 4 voltas. Este jogo hoje eu tenho uma versão bem parecida em um console que é só um joystick que vem vários jogos de fliperama da Namco.

Continuando minha evolução no mundo dos simuladores, chego no Enduro do Atari, na época no máximo eu chegava na 4ª fase, e eu sempre ouvia falar de um troféu que aparecia na 5ª mas eu nunca tinha conseguido, a uns 4 anos baixei o emulador do jogo e ai sim consegui jogar por horas e realmente existe o troféu e eles vão se multiplicando conforme você passa 5 fases e para meu espanto o jogo não tem fim, cheguei até a 99ª fase que era onde eu achei que seria o limite e mesmo assim o jogo continua. No Atari tinham alguns outros jogos de corrida, mas nada que eu recorde muito bem.
Depois veio o Master System que não teve muita coisa boa sobre F1, mas ai chegou o Super Monaco GP no Mega Drive que aí sim surpreendeu, era um jogo realmente que valia a pena e para quem jogou e fez o campeonato vai se recordar do Bug que o jogo tinha da primeira para a segunda temporada que com você sendo campeão ou continuava na equipe Madonna (que era a Mclaren do jogo) ou ia para ela automáticamente sendo o campeão, mas o o bug não era esse, o bug era que nas duas primeiras corridas o carro da equipe que simulava a Tyrrell com o Alesi te desafiava e simplesmente pulava de um lugar para outro na pista, fazendo com que você perdesse o lugar na Madonna. Bom quem jogou este jogo vai se recordar do G. Ceará que era o Senna, finhamos ainda o Piquet e outros pilotos.

Minha vida nos consoles de video-game ficaria morta até o surgimento dos games do Wii e agora do PS3, mas não vale a pena falar deles agora.
Voltando ao passado entre o Master System e o Mega Drive também entrei na vida dos computadores, tinhamso lá o PC XT com o Grand Prix e alguns outros jogos, mas o negócio começou mesmo no PC 386 DX4 com o World Circuit ai sim o negocio começou a ficar bom, neste jogo o que podemos chamar de GP1 a temporada é a de 1990, os nomes dos pilotos e das equipes vem errado, mas você pode consertar e depois de alguns anos começou a ter a possibilidade de mudar a cor dos carros e dos capacetes podendo até colocar a temporada que você desejasse, mas os modelos dos carros continuava sendo o de 1990.

Nesta época eu e alguns amigos organizavamos corridas lá em casas, cada corrida demorava mais ou menos um final de semana e para quem não sabe é possível em todos os jogos tanto do GP1 até o GP4 jogar várias pessoas em uma única máquina, pois quando um corre a máquina corre para o outro e assim vai mudando entre os jogadores. Bom esse era o jeito de jogar um campeonato com os amigos já que Internet ou mesmo jogo em rede não existia.

Nesta época que eu aprendi jogar com o botão do F1 do teclado que funcionava da seguinte forma, você apertava o botão antes de entrar na curva e com isso o carro brecava sozinho e depois apertava novamente ao sair da curva para o carro acelerar mais rápido com isso você ganhava tempo, este mecânismo vai até o GP4.
Alguns anos se passaram e veio o GP2, eu tinha o jogo mas o meu 386 não dava conta de rodá-lo com todos os gráficos e ai sim já tinha algumas mudanças possíveis para fazer no jogo como por exemplo, mudar o cockipt e algumas outras coisinhas, quase não joguei o GP2.
Mais alguns anos e ai sim veio o GP3 com a temporada de 98 para jogarmos, o jogo apareceu em meados dos anos 2000 eu dava aula e meu companheiro de trabalho era o Alexandre Rangel que foi aí que vimos que adoravamos a F1 e tivemos a ideia de fazer o GP Expert e nesta época também que eu apresentei para ele o GP3.

A princípio ele só via eu jogando e gostava de fazer acerto para os carros, mas depois de um tempinho pegou gosto pelo jogo e começou a observar como eu utilizava o F1 do teclado e começou a copiar. Nesta época a internet estava começando a bombar no Brasil e começou a chover atualizações para o GP3, ai você podia mudar tudo no jogo, desde o modelo do carro até incluir novas pistas e nesta época eu e o Rangel entre uma aula e outra faziamos nosso campeonato de F1. Acabamos fazendo nesta época um levantamento sobre os pilotos para podermos fazer um campeonato com os carros no modelo de 88, mas as pinturas dos carros eram de vários anos e os pilotos deste Patch que fizemos eram quase todos campeões da F1, digo quase todos porque não tinhasmos 20 campeões do mundo na época.

Neste período baixavamos da net várias pistas e vimos como eram as pistas dos passado e descorimos que lá sim era gostoso correr e lá sim tinha o desáfio. Em nossos campeonatos o Rangel tinha um estilo dieferente de mim para pilotar no GP3 ele entrava mais suave nas curvas poupando o carro e com isso ele sempre tinha um carro melhor no final da prova, eu como ele gostava de dizer era win or wall (vitória ou muro), bom como dava para mudar os capacetes dos piltos, meu capacete era de um lado o do leão da F1 Nigel Mansell e do outro lado tinha o Juan Pablo-Montoya, ou seja meu negócio era fazer ou tentar fazer volta mais rápida atrás de volta mais rápida e com isso no começo da prova eu abri de diferença um caminhão e tentava administrá-la até o final da prova, às vezes dava certo outras não, mas até hoje não consigo fazer o tempo que o Rangel fazia na Hungria.
Depois veio o GP4 que mudou completamente a realidade do jogo, os carros passaram a andar praticamente sozinhos, mas ou menos como a F1 era na época e com isso um pouco da graça sumiu apesar dos gráficos realistas para a época, no começo não tinha muita coisa para o colocar no jogo ou seja você tinha que jogar com a temporada e com o carro do jeito que estava, mas uma vantagem é que cada carro já tinha seu modelo, depois de um tempo sairam vários patch para o jogo onde você podia trocar a temporada, mas dava um trabalho imenso para colocar o patch para rodar no jogo e nem sempre dava e com isso ainda era melhor continuar no GP3.

Hoje temos uma infinidade de simuladores um mais realista que o outro, mas se você quizer correr ao lado de Gilles Villeneuve, Ayrton Senna, Alain Prost vai ter que desembolsar uma graninha para ter os patchs, ou mesmo se você comprar os ultimos jogos de PS3, Wii ou PC que são é F1 2011, você não terá outras temporadas, vai ter que ficar com Alonso, Barrichello, Massa.

E para quem é do tempo do World Circuit vai recordar que era muito dificil conseguir colocar os jogos para rodar ou ter som no jogo, porque placa de som era um luxo e depois ter placa de video era mais raro ainda, hoje qualquer micro tem placa de som, alias a maioria nem sabe o que é placa de som. E o video já suporta quase tudo e o pessoal de hoje dificilmente vai se preocupar com a memória ram do computador.

Bom pelas pistas disponiveis, pelas temporada que você pdoe colocar e pelas mudanças possiveis no GP3 para mim com certeza é o melhor jogo. Hoje com certeza se alguém procurar na Internet vai achar o jogo para baixar e muita coisa para ele, o meu ta gravado em um CD e as vezes pego o mesmo para matar a saudade dos campeonatos de GP3 e a minha fotinha que fica em meu profile do blogspot é a mesma que eu utilizava no GP3.
Leia Mais

Pintura: Felipe Massa 2008

Mais uma pintura em óleo sobre tela feita pelo nosso amigo Anderson Lachowski. Na pintura vemos o brasileiro Felipe Massa durante a temporada de 2008
Leia Mais

Motor & Som 7

Caros Amigos do Gpexpert,




E finalmente saiu a escolha da Williams...


Sinceramente, não sei ainda avaliar direito esta questão. Já que havia boas razões para a equipe inglesa escolher qualquer um dos dois brasileiros.


A perspectiva de um novo talento com nome Senna, regado aos reais de Eike Batista, fizeram a equipe escolher Bruno em vez de Barrichello. Certos ou errados, saberemos logo.


Barrichello, bom piloto e de longa história na F1, tem sua carreira encerrada de uma maneira pouco expressiva e merecerá um post futuro sobre seu destino e como será lembrado.


Porém, antes de sair esta noticia, já havia planejado o post dessa semana e ficou um pouco apertado pensar uma boa reflexão sobre Rubinho. Com isso, vamos aos vídeos como tem sido nas últimas semanas.


O vídeo de hoje é sobre um piloto que não é brasileiro, mas tem uma relação grande com nossos pilotos, já que foi rival de Senna e Piquet. Este mesmo piloto foi coroado quatro vezes e é o segundo maior vencedor em corridas que a F1 já viu.


Nem precisamos dizer que é o francês Alain Prost. Um dos pilotos mais talentosos e com uma inteligência ímpar dentro da F1. Não é atoa que seu apelido era Professor.


Seu legado é imenso e não há como nós que acompanhamos a F1 desde a década de 80, deixar de reverenciar este grande gênio da F1.


Prost, hoje em dia, está esquecido da mídia, andando de bicicleta pelas estradas da França, mas hoje ele é lembrado aqui em uma boa compilação de imagens, que retrata bem como foi sua carreira.




Espero que gostem...


Abraços and keep yourself alive.




Mãos à obra e o boa sorte Bruno Senna!





Leia Mais
 
Solution Maker - Janeiro de 2010 - GP Expert© - Todas as imagens e marcas são de propriedade de seus respectivos donos. Os comentários e demais publicações são de propriedade e responsabilidade de seus respectivos publicantes.