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Grande Prêmio da África do Sul de 1975

Após as duas corridas sul-americanas, a F1 teve um mês para se preparar para a terceira etapa do Mundial de 1975 e com isso, várias equipes mostraram várias novidades para o Grande Prêmio da África do Sul. A Ferrari mostrava o seu novo 312T, cuja grande novidade era o até então inédito câmbio transversal, além do novo motor Flat de 12 cilindros. Outras equipes a terem novidades foram Tyrrell, Shadow e March, que apresentaria seu novo piloto, a italiana Lella Lombardi, que trazia o patrocínio da Lavazza. 

Durante os treinos em Kyalami, Graham Hill sofre um sério acidente após o bicampeão não ver o óleo deixado do motor quebrado de Ronnie Peterson e mesmo ileso, Hill percebe que as cercas de segurança não resistem ao incidente e todos os pilotos ficam nos boxes, enquanto os consertos são realizados. Quando a pista está aberta aos carros, Tyrrell e Brabham dominam os treinos e José Carlos Pace conquista sua primeira pole de sua carreira na F1, derrotando seu companheiro de equipe Carlos Reutemann por apenas sete centésimos de segundo. O piloto da casa Jody Scheckter consegue um bom terceiro lugar, superando Lauda e Depailler, enquanto Mario Andretti consegue um soberbo sexto lugar com seu Parnelli. A atual campeã McLaren não consegue um bom resultado e Emerson Fittipaldi largaria em 11º, com Mass em 14º. A Shadow também decepciona, com Jarier em 13º e Tom Pryce em 19º.

Grid:
1) Pace (Brabham) - 1:16.41
2) Reutemann (Brabham) - 1:16.48
3) Scheckter (Tyrrell) - 1:16.64
4) Lauda (Ferrari) - 1:16.83
5) Depailler (Tyrrell) - 1:16.83
6) Andretti (Parnelli) - 1:16.89
7) Brambilla (March) - 1:17.05
8) Peterson (Lotus) - 1:17.14
9) Regazzoni (Ferrari) - 1:17.16
10) Watson (Surtees) - 1:17.17

O dia primeiro de março de 1975 estava nebuloso nos arredores de Johanesburgo, mas não havia risco de chuva para o Grande Prêmio da África do Sul, que novamente recebe um bom púbico. De brancos. Havia uma certa expectativa de como Pace se comportaria largando pela primeira vez na ponta na F1, mas mostrando que o brasileiro estava acostumado com a posição em outras categorias, o piloto da Brabham mantém facilmente sua posição, enquanto Scheckter se aproveita da indecisão de Reutemann para assumir a segunda posição, com o argentino ainda sendo surpreendido com a belíssima largada de Ronnie Peterson, que saiu da oitava posição, para ultrapassar Reutemann na curva Crowthorne por fora para assumir o terceiro lugar.

Correndo em casa e tendo total apoio da torcida, não demorou para Scheckter atacar Pace, enquanto Reutemann tentava ultrapassar Peterson na briga pelo terceiro lugar. No início da terceira volta, Scheckter pega o vácuo de José Carlos Pace na entrada da reta dos boxes e na frente das arquibancadas principais, assume a ponta de sua corrida caseira pela primeira vez na carreira, para delírio do público local, enquanto Reutemann também supera Peterson e passa a atacar seu companheiro de equipe, que não tinha um bom desempenho no começo da corrida. Com seu Lotus claramente abaixo da posição que ocupava, Peterson rapidamente era pressionado pela segunda Tyrrell de Depailler, cedendo a quarta posição para o francês na quinta volta e sendo logo alcançado pelo um trio de carros que andavam juntos, com Lauda, Regazzoni e Fittipaldi, que fazia uma boa corrida de recuperação. O sueco não é páreo para o trio e logo vai aos boxes trocar um pneu, enquanto que lá na frente, Scheckter começava a abrir distância frente aos dois carros da Brabham, com Pace claramente segurando Reutemann, fazendo com que Depailler se aproximasse da dupla sul-americana. Pace tinha sérios problemas na reta e em duas voltas, é ultrapassado por Reutemann e Depailler, caindo para a quarta posição. Numa das histórias folclóricas da F1, conta-se que o mal rendimento de Pace, que o faria não ter rendimento na longe reta de Kyalami o resto da tarde, seria por causa de um problema prosaico: um mecânico da Brabham havia esquecido um molho de chaves (ou seria uma chave de fenda?) dentro do cockpit de Pace e a peça estava justamente atrás do acelerador, fazendo com que Pace não conseguisse acelerar 100%...

Após se livrar do companheiro de equipe, Reutemann tentou uma aproximação à Scheckter, mas o argentino tinha sérios problemas de equilíbrio nas curvas, enquanto o piloto da casa conseguia controlar bem da pressão do argentino nas longas curvas de Kyalami. Depailler vem isolado em terceiro, 8s atrás de Reutemann, enquanto Emerson vinha num bom quarto lugar, após ultrapassar o compatriota Pace. Ainda no embalo de problemas bizarros nesse Grande Prêmio, Jacques Laffite entra nos boxes na volta 30 com os pés queimados, pois sua equipe tinha se esquecido de colocar o isolamento térmico atrás do radiador do seu Williams... Quando a metade da corrida se aproximava, Emerson Fittipaldi perde rendimento e é ultrapassado por Pace e as duas Ferraris. O brasileiro vai aos boxes e percebe-se que um cabo de vela estava desconectado do seu motor e com isso Fittipaldi perde a chance de marcar bons pontos, além de ter sua bela corrida de recuperação irremediavelmente estragada. Mesmo com problemas de velocidade, Pace tenta uma aproximação em cima de Depailler, que não consegue andar no mesmo ritmo dos líderes. Scheckter tem uma vantagem que varia de um a três segundos sobre Reutemann, mas o argentino estava sob controle. A corrida era dominada amplamente por Tyrrell e Brabham, com a dupla da Ferrari, Lauda e Regazzoni, andando sempre juntas, mas cerca de 30s atrás dos líderes.

Na parte final da corrida, as duplas Scheckter-Reutemann e Depailler-Pace andam juntas, com poucos segundos separando-os. Scheckter conseguia escapar de Reutemann na parte sinuosa da pista, enquanto Pace não encontrava velocidade suficiente para ultrapassar Depailler nas longas retas de Kyalami. Nas últimas voltas, Clay Regazzoni tem problemas no cabo de acelerador de sua Ferrari e abandona quando corria em quinto, fazendo com que Jochen Mass entre nos pontos. Jody Scheckter se torna o primeiro sul-africano a vencer um Grande Prêmio local, tendo um combativo Carlos Reutemann logo atrás. Com um molho de chave ou uma chave de fenda, José Carlos Pace tem que se conformar com uma quarta posição, enquanto Lauda pontuava logo na estreia da nova Ferrari. Mesmo com o abandono, Emerson Fittipaldi permanecia na ponta do campeonato, seguido pela dupla da Brabham, num campeonato dominado pelos sul-americanos. Lauda tinha marcado somente cinco pontos, mesmo tendo pontuado nas três corridas até então. O novo carro tinha se mostrado promissor e se mostraria ainda mais com o tempo.

Chegada:
1) Scheckter
2) Reutemann
3) Depailler
4) Pace
5) Lauda
6) Mass 

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Grande Prêmio da África do Sul de 1980


Com um mês separando as duas corridas sul-americanas e a etapa seguinte na África do Sul, a F1 fez um teste em Kyalami, local da única corrida africana do calendário. Algumas equipes usaram a oportunidade para testar seus novos carros, como foi o caso da ATS, que trouxe o promissor suíço Marc Surer para o time. Buenos Aires e Interlagos receberam severas críticas com relação as condições de segurança da pista e Kyalami não parecia muito diferente, quando Alain Prost bateu forte seu novo McLaren durante os testes, destruindo seu carro e machucando o pé. Na quinta-feira, primeiro dia de treinos, o francês voltou a preocupar a todos quando sua McLaren reserva teve a suspensão quebrada e Prost acabou machucando o pulso, ficando de fora do final de semana sul-africano. Porém, a cena mais dramática ocorreu com Surer, quando o suíço saiu reto na curva Club e destruiu a frente do seu ATS. Surer quebrou as pernas e ainda estava preso nas ferragens e produziu uma cena típica de uma época em que a segurança na F1 apenas engatinhava, quando ficou meia hora em pé, enquanto os comissários de pista o tiravam do carro.

Voltando à pista, a altitude de Kyalami somada a enorme reta dos boxes era um prato cheio para a Renault e os franceses não desperdiçaram a oportunidade para conseguirem a dobradinha na primeira fila, com Jean-Pierre Jabouille e René Arnoux sendo, em média, um segundo mais rápido que os demais. Nelson Piquet fez de tudo para acompanhar o ritmo da Renault, mas o máximo que conseguiu foi a 3º posição, seguido de perto dos dois Ligiers, mostrando a força da equipe gaulesa. Carlos Reutemann começava a reclamar da preferência que a Williams dava para seu companheiro de equipe, Alan Jones, e o argentino recebeu como resposta o carro do australiano nos momentos finais da Classificação. O resultado foi Reutemann, mesmo com pouco tempo de pista, ficando à frente de Jones. A Alfa Romeo tinha promovido um 'regime' em seu carro e o modelo italiano perdeu 30 kg, fazendo com que Patrick Depailler ficasse entre os dez primeiros, logo à frente dos representantes da outra equipe italiana da F1, a Ferrari. Outra equipe que havia proporcionado um regime em seu carro foi a Fittipaldi e Emerson estava satisfeito com a 18º posição no grid, mesmo após um teste promissor em Silverstone uma semana antes.

Grid:
1) Jabouille (Renault) - 1:10.00
2) Arnoux (Renault) - 1:10.21
3) Piquet (Brabham) - 1:11.87
4) Laffite (Ligier) - 1:11.88
5) Pironi (Ligier) - 1:12.11
6) Reutemann (Williams) - 1:12.15
7) Depailler (Alfa Romeo) - 1:12.16
8) Jones (Williams) - 1:12.23
9) Scheckter (Ferrari) - 1:12.32
10) Villeneuve (Ferrari) - 1:12.38

O dia primeiro de março de 1980 estava nublado e frio nas redondezas de Johannesburg, mas não havia previsão de chuva para a corrida, porém, o sol abrasador da África do Sul não castigaria os pilotos durante a prova. A Renault ainda sofria bastante com seu retardo no turbo em baixas rotações e a largada era claramente o ponto fraco da equipe, mas ninguém esperava por uma largada tão impressionante como a de Jones, que pulou da quarta fila para ficar ao lado dos dois Renaults na largada. Porém, a reta longa proporcionou que os dois carros amarelos contornassem a primeira curva confortavelmente na frente, com Jabouille à frente de Arnoux. Os dois carros disparavam frente aos demais e logo na primeira volta o 3º colocado Jones já tinha uma desvantagem considerável para Arnoux, que vinha colado em Jabouille.

Mesmo numa pista relativamente curta, o domínio da Renault era aparente e na quinta volta eles já tinham 4s de vantagem sobre Jones, que em troca tinha 1s de vantagem sobre Laffite e Reutemann. A Ligier começava a mostrar sua força quando Laffite ultrapassou Jones para ficar em 3º, enquanto Villeneuve dava mais um show. O canadense tentou uma ultrapassagem otimista sobre Piquet, pela 7º posição, mas Villeneuve acabou rodando e perdendo várias posições. Gilles imprimiu um ritmo fortíssimo e passava um a um, voltando a ocupar a 6º posição, quando seus pneus sentiram o esforço promovido por Villeneuve e o ferrarista começou a perder rendimento. Provando o quão mal estava a Ferrari, o então campeão Scheckter abandonou na volta 14 com o motor quebrado. 1980 seria o pior ano da história da Ferrari na F1.

Jabouille e Arnoux lideravam tranquilos, com uma ampla vantagem sobre Laffite, enquanto Jones quebra seu câmbio na volta34 e quem vinha 4º era justamente seu companheiro de equipe, Reutemann. Piquet se aproximava do argentino, mas trazia consigo Pironi, que tinha feito uma péssima largada, e estava num ritmo muito forte, tentando a recuperação. A corrida fica estática, até que Jabouille tem um pneu furado na volta 61, apenas 19 para o final, e para azar do francês, seu pneu furou imediatamente após a saída dos boxes. Como tinha acontecido em Interlagos, René Arnoux se aproveitou da má sorte do seu companheiro de equipe e assumia a liderança da corrida de forma folgada, enquanto Emerson Fittipaldi mostrava que ainda podia brilhar em determinadas situações, quando levou uma volta do 2º colocado Laffite e ficou colado atrás do piloto da Ligier até o final da corrida. Era o campeão mostrando que não havia perdido sua habilidade!

Porém, o melhor da corrida ainda estava por vir. Didier Pironi era o carro mais rápido da pista e se aproximava de Piquet, que tinha acabado de ultrapassar Reutemann e assumir a 3º posição. Quando o argentino foi aos boxes trocar seus pneus, Pironi tinha caminho livre para atacar Piquet. Nas últimas voltas, os dois protagonizaram uma disputa eletrizante pelo lugar mais baixo do pódio, com Piquet se segurando com um carro nitidamente inferior. Foram dez voltas até Pironi conseguir a ultrapassagem sobre o brasileiro, quando faltavam apenas quatro voltas para o fim. Arnoux recebe a bandeirada com uma vantagem superior a meio minuto, enquanto Laffite e Pironi completam um pódio todo francês. Arnoux, que até o início da temporada não havia vencido uma única corrida sequer, tinha dois triunfos em três corridas de 1980 e liderava o campeonato com folga, mas muita coisa ainda ia acontecer até o final do ano.

Chegada:
1) Arnoux
2) Laffite
3) Pironi
4) Piquet
5) Reutemann
6) Mass

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De volta a 1985 parte 7: O Apartheid,boicote e o sábado

Caros amigos Gpexpert,

Estamos chegando na reta final dessa retrospectiva, a penúltima parada foi a Africa do Sul.Porém nem tudo foi festa neste GP.Aliás, a temporada de 1985 foi legal,mas não foi só de alegrias, começando com a perda de dois pilotos alemães: Manfred Wilkenhock e Stefan Bellof, mas não foram nas pistas de F1.
O GP da AFS foi um momento constrangedor daquele ano, com Apartheid pegando fogo e derramando sangue, a corrida com o campeonato decidido era desnecessária,mas teve.
A F1 não saiu impune dessa atitude.Críticas duras da impressa,juntamente com o boicote das equipes francesas lideradas pelo Presidente Francês Miterrand.Com isso, Ligier,Renault e RAM não foram a Kyalami, sem contar, algumas equipes que não divulgaram seus patrocinadores em forma de protesto.Vide a Mclaren, que sua pintura e não expôs seu patrocinador Master.Para completar ainda, Alan Jones se sentiu mal e não pôde correr.Com isso, o Grid ficou esvaziado a 20 carros!(nossa, e podemos ter 18 carros para essa temporada, que mudança dos tempos!).
Nessa esteira, pode-se completar a dificuldade natural de se correr em Kyalami:pista mal conservada, ar rarefeito e muitos trechos de aceleração plena, os motores sofreram muito. A corrida acabou tendo vários de seus competidores eliminados logo no início, entre eles Senna e Piquet.A briga ficou praticamente entre as Williams, Prost e De Angelis.No final, apenas 7 carros chegaram, com Mansell na frente, um show de recuperação de Rosberg e um grande profissionalismo de Prost que sem gasolina, cruzou a bandeirada "carregando o carro".
Os vídeos de hoje são o resumo retirado do youtube,narrado por Mansell e a primeira parte em português postado no youtube pelo MrViniciusf11995.
Detalhe: Essa foi última corrida programada e ocorrida em um sábado.Não,não você não está louco.Num passado, não era impossível ter corridas de sábado, AFS e os EUA,usavam desse recurso, para atender melhor ao seu público,mas o padrão F1 baniu essa possibilidade.
Abraço and keep yourself alive!
  

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De volta a 1985: O dia de Prost

Caros Amigos do Gpexpert,

De volta para contar mais um capítulo da temporada de 1985.Depois de chegar perto em 82,83,84, finalmente em Brands Hatch,antepenúltima etapa de 85, chegava o dia do primeiro título de Prost.Entretanto,nesta corrida, Prost fez apenas o necessário,não foi destaque e contou com a péssima fase da Ferrari, naquele momento do campeonato.Alboreto largou atrás e teve o motor quebrado logo no início da corrida. Prost foi "na boa" para levar o quarto lugar e o título, deixando o protagonismo para os outros, em uma corrida cheia de ação e brigas.
Começou com Senna e Piquet largando na primeira fila, Senna pulou na frente, mas Piquet foi presa fácil nas mãos de Rosberg e Mansell que logo passaram.Ayrton tentou resistir aos ataques de Rosberg e evitou a passagem do Finlandês que rodou e bateu com Piquet que recuperava o terceiro posto. Nelson ficou fora, mas Rosberg foi para os boxes e voltou na frente de Senna, prejudicando Ayrton e ajudando Mansell a pular na ponta e não mais perder.Rosberg ainda foi muito rápido, a ponto de recuperar a volta perdida e chegar em terceiro.Atrás de Mansell e Ayrton, começava nesse momento a mostra de força e domínio da F1 da Williams-Honda, que ficaria mais evidente 86-87.
Mas como dizia, o dia era de Prost, foi campeão e criou uma cena única. Um pódio com os quatro primeiros colocados, coisa não vista mais na F1.
Os vídeos de hoje tirados do youtube são o resumo oficial narrado em inglês por Mansell e a primeira parte da corrida em português postada por Edson N.
abraços and keep yourself alive!  

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Revista inglesa escolhe capacete de Senna como mais icônico da Fórmula 1


A notícia de que a FIA pretende proibir os pilotos de trocarem a pintura de seus capacetes ao longo da temporada desencadeou uma grande discussão na internet sobre os cascos mais marcantes da história da categoria. Para a conceituada revista inglesa "Autosport", a peça mais icônica de todas é a de Ayrton Senna, criada pelo artista gráfico Sid Mosca.

"O capacete com o inconfundível verde, azul e amarelo da bandeira brasileira é talvez o mais famoso da Fórmula 1", afirma a publicação. O desenho foi criado por Mosca no final dos anos 1970, a pedido de Ayrton. A ideia do artista era exaltar as cores nacionais e criar uma sensação de velocidade, com faixas em verde e azul que saíam da viseira. A pintura logo se tornou um símbolo de Senna e o acompanhou ao longo de sua vitoriosa carreira na F-1. 

Entre os outros capacetes incluídos no top 10 da revista, estão os de Emerson Fittipaldi e Nelson Piquet, também criados por Mosca; o casco multicolorido usado por Jacques Villeneuve e com referência ao pai, Gilles Villeneuve, que também aparece na seleção, e o de Nigel Mansell, com homenagem à bandeira do Reino Unido.

Confira a lista completa a seguir:

1. Ayrton Senna
2. Nigel Mansell
3. Nelson Piquet
4. Gilles Villeneuve
5. Graham Hill
6. Jacques Villeneuve
7. Emerson Fittipaldi
8. Ronnie Peterson
9. Jean Alesi
10. Jackie Stewart

fonte: globo.com

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De volta a 1985 parte 5 e o Simpático Italiano

Caros Amigos do Gpexpert,

Mesmo com uma bateria de testes realizados,acho pouco proveitoso fazer comentários nesse momento.Tudo ainda é cortina de fumaça.Vamos voltar a 1985, mas antes prestar uma homenagem ao vice campeão daquele ano Michelle Alboreto.Michelle não foi piloto genial,mas mais arrojo que seu colega italiano De Angelis (destaque da coluna anterior).Fez uma ótima carreira na Tyrrell, dando as últimas vitórias desta equipe.Na Ferrari, foi o último piloto italiano a vencer corridas pela Scuderia, mesmo sendo o vice de 1985,não foi um piloto que fez grande história na equipe, tanto que com a entrada de Berger na equipe, Alberto ficou em segundo plano, sendo demitido no final de 1988.Voltando a Tyrrell (e as equipes pequenas) voltou a mostrar seu valor ficando na F1 até 1994.Alboreto faleceu em 2001 em um treino para as 24 horas de Le Mans, pelas categorias que passou deixou uma ótima impressão e sempre foi muito querido e considerado simpático e simples.Faz falta!
A corrida: GP do Canadá.Penúltima vitória de Alboreto na F1.Mais uma corrida muito brigada, entre De Angelis ( o pole) e as Ferraris. O brasileiros não foram protagonistas nesta corrida,Piquet parou na primeira volta com problemas de transmissão e Senna teve problemas no Turbo e ficou cinco voltas parado nos boxes.Sem contar os lances bizarros como a Rodada de Rosberg e batida de De Cesaris com a RAM.Mais uma vez, vamos ver o resumo retirado do Youtube e a primeira parte da corrida em português retirada do youtube do Edson N.
Abraços and keep yourself alive!

 

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De Volta a 1985 parte 4 e o Cavaleiro Negro

Caros Amigos do Gpexpert,

O Gp de hoje é uma homenagem a Elio de Angelis, o Cavaleiro Negro.Elio não foi um dos pilotos mais brilhantes ou dos mais arrojados de todos os tempos, mas sim, um piloto muito técnico e tranquilo.Diferente de muitos outros pilotos, nasceu rico, cheio de cultura e foi um pianista de mão cheia.Venceu poucas corridas, mas deixou uma bonita passagem na F1, andou na frente de seus companheiros de equipe até o dia que cruzou o caminho de Ayrton Senna, quando sentiu a falta de espaço e foi para a Brabham onde acabou encontrando a morte.Como prêmio na sua carreira, foi terceiro colocado em 1984, ficando atrás apenas das insuperáveis Mclarens de Lauda e Prost.Poderia ter ido mais longe, mas não foi possível.
A corrida: San Marino 1985.  Numa época onde Imola não era obsoleto e inseguro, uma grande corrida ocorreu lá.Senna largou na frente e travou uma briga forte com Elio,Alboreto e Prost (principalmente com último) durante a corrida toda.Enquanto isso, Johansson largando de décimo quinto, vinha inspirado buscando a turma da frente.No final, o grande fantasma de Imola apareceu, a falta de gasolina!Senna ficou sem a três volta do final, Piquet também e Johansson, que chegou a ponta, ficou na mão também.Prost cruzou a bandeirada em primeiro e ficou sem gasolina.
Cruzou, foi ao pódio, mas não levou, com o carro 1,5kg abaixo do peso foi desclassificado.De Angelis ganhou a corrida e Boutsen de Arrows foi segundo (?!), foi a última vitória de Elio.Bons tempos!
Os vídeos de hoje são: o resumo oficial retirado youtube em inglês (narrada por Johansson) e a primeira parte da corrida completa em português postada por Edson N.
abraços and keep yourself alive!

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O Williams FW37

 O FW37 pode ser considerado uma evolução do bólido da temporada passada, em que o time voltou a figurar entre os protagonistas do Mundial.

"A fase que carregamos do ano passado foi bem encorajadora, o time mudou muito nos últimos 12 meses e é claro de ver que está indo em boa direção. O desenvolvimento do FW36 foi uma das coisas mais animadoras, o time trabalhou bem durante o ano para garantir que tivéssemos um carro mais rápido a cada prova. E espero um carro igualmente impressionante este ano", disse o brasileiro Felipe Massa.




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Mercedes apresentou oficialmente o novo W06

Atual campeã do Mundial de Construtores e esperando manter o título em 2015, a Mercedes apresentou o W06 com o atual campeão da F-1, o inglês Lewis Hamilton, o alemão Nico Rosberg e o piloto reserva da equipe, o também alemão Pascal Wehrlein.




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De volta a 1985 parte 3

Caros Amigos do Gpepxert,

E seguimos nossa História de 1985. Áustria, Zeltweg, mais um capítulo peculiar daquele ano.Corrida emocionante e cheia de incidentes.Duas largadas, com vitória de Alan Prost,numa corrida onde apenas 6 carros completaram a prova!(Prost,Senna,Alboreto,Johansson,De Angelis e Surer).
Mais uma vez, temos apenas o compacto em inglês do youtube,embora exista a corrida completa em português no mesmo local.Dessa vez quem narra o compacto é Ayrton Senna, que fez uma grande corrida largando em décimo quarto e chegou em segundo.Notem, que Senna brinca ao chamar o acidente espetacular de De Cesaris de "small" (pequeno), Sensacional!
Abraços and keep yourself alive!

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Ferrari SF15-T







A Ferrari apresentou na manhã desta sexta-feira (30) a SF15-T, o modelo que será pilotado por Sebastian Vettel e Kimi Räikkönen na temporada 2015 da F1. O novo carro italiano usa icônico vermelho e tem também o bico mais baixo, resultado das imposições novo regulamento.

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Sauber C34





A Sauber apresentou nesta sexta-feira (30) o C34, carro 'brasileiro' com o qual vai disputar a temporada 2015 do Mundial de F1. Modelo é azul e amarelo, referência ao Banco do Brasil, patrocinador de Felipe Nasr, mas tem muitos espaços limpos para patrocinadores.


fonte: http://grandepremio.uol.com.br/

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Colunas GP Expert
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