Lotus 63

21/12/2010

Bom galera estou iniciando uma nova coluna aqui no site, gostaria da ajuda de vocês para escolher o nome, esta coluna eu vi no blog Carro de Corrida que é nosso parceiro e resolvi fazer uma igual aqui também. Por isso preciso da ajuda de vocês para o nome desta nova coluna. Lá no carro de corrida ela chama "Nas Entranhas", em outro blog ela chama Raio-X aqui estamos sem nome e por isso quem vai escolher é você.


Para iniciarmos a coluna temos a Lotus 63 de 1969.

Este carro , o Lotus 63, era baseado nos modelos construídos para as 500 Milhas de Indianápolis no ano anterior.

A primeira aparição dos novos carros na temporada foi no GP da Holanda, onde a Lotus e a Matra levaram seus modelos para participar dos treinos. Tanto Hill e Rindt, da Lotus, como Jackie Stewart, da Matra, preferiram correr com seus carros convencionais. No GP seguinte, na França, as duas equipes voltaram a testar seus carros e a Lotus acabou estreando o Lotus 63, que foi pilotado por John Miles, que parou na segunda volta com problemas de combustível. Duas semanas depois, no GP da Inglaterra, além da Lotus, a Matra e a McLaren estrearam seus modelos de tração integral. A Lotus participou com dois carros, um pela sua equipe oficial, o Gold Leaf Team Lotus e outro pela Ecurie Bonnier, do sueco Joachin Bonnier. John Miles levou o carro oficial até o final da corrida, chegando em décimo lugar, enquanto Bonnier retirou-se na sexta volta, com problemas no motor. O Matra MS-84, pilotado por Jean Pierre Beltoise, terminou a corrida em nono lugar. Já o McLaren M-9, pilotado por Derek Bell, teve um pneu furado na quinta volta, saindo da pista e danificando a suspensão. Foi a primeira e única corrida do modelo M-9.

No GP da Alemanha, em Nurburgring, somente a Lotus levou seu carro, que foi entregue a Mario Andretti, que bateu na primeira volta no McLaren M-7 de Vic Elford, sendo obrigado a abandonar a corrida. Duas semanas depois, na Gold Cup, em Oulton Park, Jochen Rindt conseguiu o melhor resultado alcançado pelos Lotus 63, chegando em segundo lugar. No início de setembro, no GP da Itália, John Miles parou na terceira volta, com problemas no motor. O GP do Canadá viu o retorno do Matra MS-84, que foi confiado a Johnny Servoz-Gavin, que terminou a corrida em sexto lugar, marcando o único ponto conquistado por carros de tração integral na Fórmula 1. John Miles conseguiu chegar até a volta número 40 com a Lotus 63, quando quebrou a caixa de marchas. Em 05/10, no GP dos Estados Unidos, Mario Andretti correu novamente com o Lotus 63, quebrando a suspensão do carro na terceira volta. Johnny Servoz-Gavin não obteve classificação, por não ter conseguido completar o número mínimo de voltas, com a Matra MS-84. Na última corrida do ano, o GP do México, a Lotus levou o modelo 63 para John Miles, que abandonou na terceira volta, com problemas de combustível. Johnny Servoz-Gavin levou seu MS-84 até o oitavo lugar.

Assim se encerrou um capítulo da história da Fórmula 1. Os resultados obtidos pelos carros de tração integral não justificaram os gastos com o seu desenvolvimento. Apenas a Lotus, de Colin Chapman, ainda iria insistir na idéia, lançando, em 1971, o Lotus 56-B, equipado com uma turbina Pratt & Whitney PT-6. Mas isso já é uma outra história...

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