Team Gunston

11/01/2013



Sob o gênio inventivo de Colin Chapman, a Lotus viveu seus melhores anos, produzindo carros revolucionários e heróis como Jim Clark, Graham Hill, Jochen Rindt, Emerson Fittipaldi, Ronnie Peterson e Mario Andretti.

Desses, coube ao inglês Hill conduzir o Lotus 49, com as cores do cigarro Gold Leaf – um dos primeiros patrocinadores sem qualquer associção com o ramo automotivo --, ao título de 1968.

No entanto, ao contrário do que se diz por aí, Chapman não foi o primeiro a introduzir a indústria tabagista na Fórmula-1, já que a Gold Leaf estreou apenas na segunda etapa do Mundial, na Espanha.

A Lotus que ajudou Love a se sagrar campeão

Para a prova de abertura do Mundial, na África do Sul, que também contava pontos para o certame do continente africano, a Gunston, da Rodésia (hoje Zimbábue), inscreveu dois carros para aquela prova, pilotados por John Love e Sam Tingle.

Logicamente, a empresa não tinha pretensões em relação à F-1, já que atuava apenas no mercado africano. No final da temporada, John Love acabou se sagrando campeão do torneio regional com a mesma Lotus que ajudou Hill a conquistar o segundo lugar em Kyalami.

Sam Tingle e bólido sulafricano LDS

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