Veja brasileiros que fracassaram na F1 pós Senna

07/03/2013

Com oito Mundiais de Pilotos de Fórmula 1, o Brasil é a terceira nação que mais venceu títulos na história da categoria, atrás de Grã-Bretanha (14) e Alemanha (10). Desde a morte de Ayrton Senna em 1994, porém, o País testemunhou uma série de resultados discretos com vários pilotos que passaram pela categoria com a exceção de Felipe Massa e Rubens Barrichello, ambos vice-campeões mundiais. Navegue pelas próximas páginas e lembre o desempenho de nomes como Nelsinho Piquet e Bruno Senna:

  • Antonio Pizzonia
O manauara, 32 anos, disputou 20 Grandes Prêmios e somou oito pontos. Ele estreou na F1 em 2003, pela Jaguar, e competiu em 2004 e 2005 pela Williams, equipe na qual foi também piloto de testes. Seu melhor resultado foi o sétimo lugar em quatro provas: GPs da Itália de 2004 e 2005, GP da Hungria de 2004 e GP da Alemanha de 2004, sempre pela Williams.

  • Bruno Senna
O paulistano, 29 anos, disputou 46 Grandes Prêmios e somou 33 pontos. Ele estreou na F1 em 2010, pela HRT, disputou a metade final da temporada seguinte pela Lotus Renault e competiu em todo o campeonato de 2012 pela Williams. Seu melhor resultado foi o sexto lugar no GP da Malásia de 2012, pela Williams.

  • Enrique Bernoldi
O curitibano, 34 anos, disputou 28 Grandes Prêmios e não pontuou nenhuma vez. Ele estreou na F1 em 2001, pela Arrows, e deixou a categoria no meio da temporada de 2002, quando a escuderia abandonou a F1. Seu melhor resultado foi o oitavo lugar no GP da Alemanha de 2001.

  • Lucas di Grassi
O paulistano, 28 anos, disputou 18 Grandes Prêmios e não pontuou nenhuma vez. Ele estreou na F1 em 2010 pela Virgin e perdeu a vaga para a temporada seguinte. Depois, foi piloto de testes da Pirelli, fornecedora de pneus da categoria. Seu melhor resultado foi 14º lugar no GP da Malásia de 2010.

  • Luciano Burti
O paulistano, 37 anos, disputou 15 Grandes Prêmios e não pontuou nenhuma vez. Ele estreou na F1 em 2000 pela Jaguar e competiu na temporada seguinte na equipe e também na Prost. Depois, foi piloto de testes da Ferrari, permanecendo na escuderia italiana até 2004. Seu melhor resultado foi o oitavo lugar no GP da Austrália, pela Jaguar, e no GP do Canadá, pela Prost, ambos em 2001.

  • Nelsinho Piquet
Nascido em Heidelberg, na Alemanha, o brasileiro, 27 anos, disputou 28 Grandes Prêmios e somou 19 pontos. Ele estreou na F1 em 2008, pela Renault, e perdeu a vaga na equipe no meio da temporada seguinte. Seu melhor resultado foi o segundo lugar no GP da Alemanha de 2008.

  • Pedro Paulo Diniz
O paulistano, 42 anos, disputou 98 Grandes Prêmios e somou dez pontos. Ele estreou na F1 em 1995, pela Forti, e deixou a categoria em 2000, competindo ainda por Ligier, Arrows, e Sauber. Seu melhor resultado foi quinto lugar no GP de Luxemburgo de 1997 e no GP da Bélgica de 1998, ambos pela Arrows.

  • Ricardo Rosset
O paulistano, 44 anos, disputou 27 Grandes Prêmios e não somou pontos. Ele estreou na F1 em 1996, pela Footwork e retornou à categoria em 1998, competindo pela Tyrrell. Seu melhor resultado foi o oitavo lugar no GP da Hungria de 1996, pela Footwork, e no GP do Canadá de 1998, pela Tyrrell.

  • Ricardo Zonta
O curitibano, 36 anos, disputou 36 Grandes Prêmios e somou três pontos. Ele estreou na F1 em 1999, pela BAR, e competiu no ano seguinte pela mesma escuderia. Depois, defendeu em algumas corridas a Jordan em 2001 e a Toyota em 2004. Ele foi também piloto de testes da McLaren, da Toyota e da Renault. Seu melhor resultado foi o sexto lugar nos GPs de Austrália, Itália e Estados Unidos, sempre em 2000 com a BAR.

  • Tarso Marques
O curitibano, 37 anos, disputou 24 Grandes Prêmios e não somou pontos. Ele estreou na F1 em 1996 pela Minardi e competiu na temporada seguinte na mesma equipe. Depois, retornou à categoria em 2001, para mais um campeonato com a Minardi. Seu melhor resultado foi o nono lugar no GP do Brasil e no GP do Canadá, ambos em 2001.

  • Cristiano da Matta
O belorizontino, 39 anos, disputou 28 Grandes Prêmios e somou 13 pontos. Ele estreou na F1 em 2003 pela Toyota e competiu na temporada seguinte na mesma equipe. Seu melhor resultado foi o sexto lugar nos GPs da Espanha e da Alemanha, em 2003, e no GP de Mônaco, em 2004.


fonte: terra.com.br

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2 comentários :

Anônimo disse...

PLAYBOYZADA ACHA Q SÓ PQ GANHA UMAS CORRIDINHAS NO KART OU FÓRMULA INGLESA PENSA Q FÓRMULA 1 É A MESMA COISA!!!

jd23 disse...

Na F1 hoje, pra você ir para um equipe grande, tem que ser bom e conhecido, se você for só bom vai para uma equipe pequena, mais tem que pagar$$$$$, e patrocínio no Brasil é difícil.