Cuore

18/04/2013




“Clay usava toda a pista para não te deixar passar. Com Scheckter, Lauda, Ronnie e Reutemann você tinha confiança em disputar roda a roda. Com Clay, não”.

Palavras de Emerson Fittipaldi.

Um dos grandes amigos do boa praça Clay Regazzoni, mas que sabia reconhecer o adversário agressivo - beirando a deslealdade - que surgia por debaixo da balaclava.

Mesmo com a paralisia - consequência do acidente em Long Beach, em 1980 - Clay não se afastou das pistas. Continuou a acelerar em competições de carros históricos adaptados e até mesmo no Paris Dakar.

Como ele mesmo intitulou sua autobiografia, era um assunto do coração.

Na foto: Montjüic Park, 1975.

Se gostou, visite o Blog do Boueri para ver mais automobilismo de qualidade.

Posts Relacionados

0 comentários :