Os curiosos nomes das curvas antigas e novas de Interlagos

21/11/2013

Os curiosos nomes das curvas antigas e novas de Interlagos têm origem nas mais exóticas explicações.


Curva do Sol ou Curva do Berger: Em determinada hora quando o piloto tomava a curva, no circuito antigo, sua visão ficava prejudicada pela posição do sol. Curva do Berger é por causa do violento acidente sofrido por Gerhard Berger em 1993, já no circuito novo.

Curva do Sargento (só no traçado antigo): Pode ser uma lenda, mas conta-se que um sargento, entusiasmado depois de uma corrida, entrou com sua viatura na pista e tentou contornar a curva. Não conseguiu, rodou várias vezes nela.

Curva do Laranja (só no circuito antigo): Por ter três tangências diferentes e inclinação invertida (uma curva cega), os pilotos novatos - no jargão do automobilismo, os laranjas -, erravam sempre nessa curva ou tiravam o pé para não sair da pista.

Laranjinha: Mesmo caso do Laranja, apenas sua extensão é mais curta. O leito da antiga curva do Laranja ainda está lá, no lado externo do Laranjinha. Mas o ponto de freada final das duas é o mesmo.

Ferradura (só no traçado antigo): Aqui não tem curiosidade nenhuma, apenas pelo formato da curva.

Pinheirinho: Existia antigamente um pequeno pinheiro perto da curva, que era sempre atingido pelos carros que saíam da pista.

Bico de Pato: Pela semelhança da curva com o bico de um pato.

Mergulho: Saindo do Bico de Pato, os carros realmente mergulham num declive acentuado, feito à esquerda.

Junção: No traçado antigo, Interlagos tinha um anel externo. A Junção é bem na parte que unia a saída da antiga curva do Lago com a Subida da Reta dos Boxes. A Junção no traçado atual é mais fechada.

Curva do Café: Faz parte do complexo de retas e curvas rápidas da Subida da Reta dos Boxes. É a última antes dos boxes, feita com pé fincado. Contam também que o nome veio por causa dos quase 8 quilômetros que o circuito antigo tinha. De tão demorada a volta, costumava-se dizer, de brincadeira: “Bah, eles vão demorar tanto para voltar que dá tempo para tomar um café.”

S do Senna: Foi a última parte feita na reforma de 1990. A idéia e o desenho da curva são do próprio Ayrton Senna. O S liga a reta dos boxes à antiga curva do Sol, hoje, do Berger.

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