Os números históricos da F1

19/12/2013

A F-1 adotará numeração fixa para os pilotos, resgatando uma época em que as equipes utilizavam os mesmos números por vários anos. Veja os pilotos que ficaram associados a seus numerais entre 1973 1995. 

Nigel Mansell ficou tão ligado ao #5 da Williams, pintado em vermelho, que chegou a ganhar o apelido "Red Five"; foi com ele que o piloto foi campeão em 1992.

O #12 estampou o carro de Ayrton Senna entre 1985 e 1988, na Lotus e em seu ano de estreia na McLaren; Senna ganhou seu primeiro Mundial com ele.

O #5 também ficou famoso com o brasileiro Nelson Piquet, bicampeão pela Brabham em 1981 e 1983 utlizando esse número.

A Ferrari herdou os números 27 e 28 quando a Williams foi campeã em 1980 e o primeiro piloto a usar o #27 foi Gilles Villeneuve, que ganhou duas corridas com ele.

 A Tyrrell monopolizou os números 3 e 4 depois de ser campeã pela última vez, em 1973; o sul-africano Jody Scheckter foi dono do #3 até 1976, quando a equipe utilizou o famoso modelo P34, de seis rodas.

Antes dos títulos pela McLaren, Alain Prost pilotou pela francesa Renault e ficou três anos com o #15, sendo vice-campeão em 1983.

  Michael Schumacher estreou na Benetton em 1991 herdando o #19 de Roberto Moreno; no ano seguinte, venceu seu primeiro GP, na Bélgica, com esse número estampando o carro.

 Poucos pilotos se identificaram tanto com um número e uma equipe como Jacques Laffite, dono do #26 da Ligier em 9 temporadas entre 1976 e 1986, período em que venceu seis corridas.

 Foi com o #28 que Gerhard Berger ganhou cinco corridas na F-1 com a Ferrari, onde usou o numeral entre 1987 e 1989 e entre 1993 e 1995. O austríaco ainda ficou com o #28 em 1990, ano de estreia pela McLaren.


Os números 7 e 8 ficaram muitos anos nos carros da Brabham; o brasileiro José Carlos Pace utilizou o #8 por quatro anos e ganhou sua única corrida, o GP do Brasil de 1975, com o numeral.

O #14 não teve "parceiro" na F-1, pois o #13 era quase sempre desprezado pelas equipes. Como a brasileira Copersucar estreou com apenas um carro, ela ficou com o #14 por algum tempo, e o numeral marcou o segundo lugar de Emerson Fittipaldi no GP do Brasil de 1978 .

Em 1993 e 1994, a então campeã Williams não contava mais com os detentores dos títulos nos anos anteriores, Mansell e Prost, que haviam saído da F-1; sobrou um estranho #0 para o inglês Damon Hill.

Michele Alboreto foi um dos "herdeiros" do #27 de Gilles Villeneuve, mas seu período com o numeral, entre 1984 e 1988, ficou marcado por sucessivos fracassos da Ferrari.

O francês Jean Alesi foi o último piloto da famosa Ferrari #27, entre 1992 e 1995, mas ganhou apenas uma corrida na F-1, utilizando o numeral.

               Riccardo Patrese ficou com o #6 de 1988 a 1993, na Williams e na Benetton; durante o período, o italiano foi escudeiro de Mansell e Schumacher nas equipes.

fonte: uol.com.br

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