GP Brasil 1990

16/11/2015

NAKAJIMA ESTRAGA A FESTA
A Formula 1 regressa em festa ao novo Interlagos. Ayrton domina os treinos e a corrida até se encontrar com Nakajima no Pinheirinho e dá 6ª vitória no Brasil ao cerebral Prost. Moreno não passa as pré com falta de gasolina, Gugelmin também fica de fora. Muito público, que recebe o Presidente Collor e vaia Balestre:
Por Francisco Santos
TemporadaDados do GP
Dez anos depois eles voltaram "a casa”. De onde nunca deviam ter saído. Nem por um ano apenas. Nem porque o Rio de Janeiro, é o... Rio, realmente a "cidade maravilhosa".
Aqui, sim, neste mais maravilhoso de todos os autódromos do mundo, cinquentão rejuvenescido com todo o esplendor da nova tecnologia a fazer brilhar ainda mais a sua topografia única, é o lugar perfeito para o GP do Brasil. Depois de nove anos em Jacarepaguá, a F1 regressou ao berço do automobilismo brasileiro, onde Emerson e "Moco" nasceram para a competição e fizeram vibrar o seu público vencendo três GPs.
E, agora, os paulistas ávidos de ver um GP de novo em sua casa, ali do lado do coração da indústria automotiva brasileira, queriam vivenciar a vitória do seu ídolo. Parecia que o batismo desta grandiosa obra só poderia ser feito com a champagne de Ayrton, esse "menino paulista bom" que conquistou o coração brasileiro.
Se a emoção de reencontrar a F1 aqui; se o reconhecimento do esforço de pôr de pé este autódromo em quatro meses; se as memórias de momentos históricos aqui vividos; se as recordações de realizações menores pessoais; se a tristeza da nova F1 me ter roubado para sempre a curva 1 onde me emocionara a ver e sentir Tom Pryce ser o primeiro a fazê-la de "pé em baixo"; se tudo isso, e mais a estonteante beleza daquele recinto enquadrado por uma alegre multidão sedenta de se reencontrar com a F1, e toda a sua imponência vista de helicóptero me deixava sem ar, de olhos embaçados, estou certo que a maioria dos 80.000 espectadores que encheram Interlagos sentiram-se defraudados quando tiveram de assistir à fatalidade da precipitação de Ayrton e a imperícia de Nakajima lhes roubar a vitória de Ayrton, um primeiro lugar que parecia não lhe fugir, pelo comando fácil e incontestado que teve até à 40ª volta. Ainda por cima, terem de "engolir" a 6ª vitória de Alain Prost no Brasil. Logo ele, que lhes roubara o bi de Ayrton de forma escandalosa.
Se tivesse dado para suster todas essas emoções até poderiam ter visto que se começava a desenhar ali uma nova temporada mais competitiva, com as Williams-Renault a discutirem os primeiros lugares - Boutsen poderia ter ganho a prova, não fosse a sua parada desastrosa no box -, a Ferrari de Prost com fiabilidade e andamento, e a nova garra de Piquet.
Mas, que importa Ayrton não ter ganho? Foi terceiro e continua a liderar o campeonato. O importante é que o GP do Brasil veio para ficar. Em Interlagos. Na sua nova antiga casa de sempre. Essa vitória ninguém lhes tira.

Primeiro contato: pilotos maravilhados.
Como se trata de uma pista nova, houve treinos livres na 5ª feira. Infelizmente choveu. Mesmo assim ainda deu para andar: de manhã, os motores Lamborghini V12 com sua maior suavidade a baixa rotação mostraram sua valia - Donnelly repetiu a proeza dos treinos sob chuva em Phoenix e voltou a ser o mais rápido, com Warwick em terceiro, Bernard quarto e Suzuki sétimo; à tarde, com pista menos molhada, Senna, Prost, Mansell e Berger repuseram a verdade, e Suzuki era quinto. Depois, os céus abriram-se numa chuva torrencial que alagou as boxes e fez prever o pior.
Mas, para já, todo o mundo estava maravilhado com Interlagos, embora se notasse ainda faltar acabar algumas coisas. Os boxes e o "pit lane" são agora do melhor que existe no mundo. Os 4.325m de pista mantiveram muito do carácter e temperamento dos 7.960m com subidas (subida do Lago), curvas de raio constante (Sol), apertadas (bico de Pato e Pinheirinho), retas longas, e descidas. O desafio continua o mesmo, e a visibilidade para o público espetacular. Só falta a curva 1, agora substituída pelo "S" do Senna.
Numa coisa os computadores falharam: a velocidade média de um F1 é mais baixa do que o previsto - apenas 200km/h, apesar de se atingirem 300km/h na linha de chegada.

Moreno sacrificado nas pré.
Oito da manhã: chuva fraca, pista úmida. Não foi surpresa as Lola/Lamborghini terem sido sempre os mais rápidos e passarem esta seleção com facilidade. Grouillard chegaria a fazer o melhor tempo, mas completou essa volta com a bandeira quadriculada já baixada. No entanto já havia feito o terceiro tempo, com Dalmas também conseguindo a qualificação, pela primeira vez desde que saiu da Larrousse na metade de 1989, e a primeira vez que um AGS passa as pré.
Quem não passou foi Roberto Moreno. Começou o treino com pneus de chuva, mas não chegou sequer a completar uma volta, pois um curto-circuito queimou a central eletrônica do carro. Passou para o carro de Langes. Fez o melhor tempo até então. Quando os Lola montaram slicks bateram-no imediatamente. Mas, Moreno não teve chance de responder, pois ficou parado no circuito sem gasolina, voltando para o box lavado em lágrimas. Langes, ficou sem carro. Tarquini e Gachot, com problemas de seletor de câmbio, Gary Brabham, com uma manivela quebrada antes de completar sequer uma volta, não passaram.

Os dois March de fora.
Fazendo o melhor tempo em todas as quatro sessões de treino, Ayrton Senna dominou por completo os dois dias.
Num circuito a 800m de altitude, os V10 e V12 tinham ainda mais vantagem sobre os V8. Não foi de estranhar que nas primeiras 3 filas provisórias do primeiro dia se encontrassem, por ordem, aos pares, os McLaren/Honda, os Williams/Renault, e as Ferrari, de novo com problemas de suspensão para conseguirem subir a temperatura dos pneus Q, o que sucedeu com vários outros carros. Mas, a diferença entre esses seis era de apenas 0,694s! Alesi estava em 7º. Senna e Berger eram os únicos a superarem os 200km/h de média.
A manhã seguinte começou da mesma forma, com Senna, Mansell e Gugelmin a baterem, e Prost de novo com o 2º tempo dos treinos livres. A tarde, os tempos não baixaram. A pista estava mais lenta, com óleo em algumas curvas. Mas, Ayrton, como de costume, suplantou até as condições: "Vi que nos últimos minutos, com mais borracha na pista, ela haveria de ficar mais rápida. Quando faltavam 10m saí com o mesmo jogo de pneus, só para checar. Vi que dava. Voltei à box, pus novo jogo de Qs, e esperei pelos últimos 3m para fazer a minha melhor volta." E, que volta! Perfeita. Menos de 0.5s que na véspera.
Na cauda do pelotão, catástrofe para os dois Leyton Hlouse - 29º e 30º tempos. Depois do pódio no Rio, em 1989, foi um desilusão para Maurício Gugelmin: "Tentamos tudo no carro, mas nada deu certo".

A grande festa
Enquanto os dias de treino tinham tido relativamente pouco público, no domingo de manhã toda a região de Interlagos já vibrava antes mesmo do raiar do sol. Nos acessos mais próximos o trânsito já era pesado, horas antes do "warm-up". No ar, dezenas de helicópteros levando os VIPs para as bancadas e hospitality centers especiais. Cá embaixo as filas se estendiam e as arquibancadas lotavam. Nas casas vizinhas os melhores lugares eram ocupados, a preços de ouro. Uma grande festa. Os 26 carros alinharam para a largada, e os dois McLaren dispararam na frente, com Ayrton no comando, perante a alegria da torcida. Mas, De Cesaris, que estava na 5ª fila do grid atrás de Alesi, largou bem e colocou-se ao lado do francês, por fora da aproximação da primeira curva para a direita, tentando-o passar. Claro que Alesi, que também largara bem e tinha Patrese, que partira lento, do outro lado, colado, não evitou o toque e o Dallara foi projetado no ar, acabando o seu GP logo ali depois de uma rodada sem consequências.
Mas, para a Scuderia Itália os problemas não acabavam aí. Gianni Morbidelli, o jovem piloto de testes da Ferrari, cedido para substituir Pirro (com hepatite), ficou com o acelerador preso, fez toda a 1ª volta em primeira, foi à box de onde saiu muitas voltas depois para fazer seu primeiro GP sem mais problemas sempre em último.
Vítima do toque entre Alesi e De Cesaris, Nannini teve um aerofólio danificado e teve de ir ao box. Na frente, as duas McLaren, com Berger colado a Ayrton. Boutsen em terceiro, a chegar em Berger. Mas, este forçava demasiado os pneus e teve de diminuir o ritmo, pensando em atacar depois da troca de pneus. Prost, Mansell e Patrese perseguiam os líderes. Mais atrás, a brigada dos V8, com Alesi no comando, seguido de Martini e Modena. Warwick de 24° no grid pulara para 17ª, mas a Lotus saía de frente e arruinava os pneus, pelo que teria de trocar muito cedo (14ª volta) e pôr mais apoio no aerofólio dianteiro. A 7ª volta, Alboreto força a ultrapassagem a Grouillard no "S" do Senna, e provoca a saída do Osella para a terra. Na volta seguinte, Boutsen passou Berger na reta, na freada para o "S". "Teve um significado simbólico para mim, pois não é todos os dias que se ultrapassa um McLaren na reta!", confessou, Thierry. Berger começava a sentir-se desconfortável no seu diminuto cockpit. Na frente, Ayrton aumentava, a sua vantagem perante um público delirante que via seu sonho em vias de consumação.
Tudo estava nos conformes: na frente, os V10 e os V12, depois os V8 com Pirelli, e depois os V8 com GoodYear. Os problemas de Berger aumentavam, e Prost atacava, para à 17ª volta o passar inexoravelmente, o que Mansell deixaria de poder fazer pois começava a ter problemas de estabilidade provenientes de uma barra estabilizadora com o seu comando de ajuste no cockpit preso no limite.
Entretanto o plantei era dizimado com os mais variados problemas mecânicos e à 28ª volta já 8 carros haviam abandonado. Piquet, que largara na 13ª posição, mostrava a sua nova disposição e atacava: à 26ª volta era 9º, e à 35ª, antes de trocar pneus, era 5º.
Boutsen, que mantinha firme o 2º lugar, embora já distanciado de Senna, parou à 30ª volta. Foi um caos. "Já vinha com problemas de freios, tendo de bombear o pedal nas principais freadas. Quando entrei no box pensei em fazer tudo certo, mas ao passar a lombada da entrada no box, esqueci-me de bombear o pedal do freio, que foi até ao fundo. Não consegui parar no lugar certo." Boutsen bateu um dos pneus que estavam dispostos no chão para ele, e, pior, no mecânico Richard Ford. O bico do carro teve de ser trocado, e com esta parada desastrosa de 1m20s, baixou para 11º lugar, com uma volta de atraso de Ayrton, e perdeu qualquer hipótese de boa classificação. Perderia até muito mais...
Os demais líderes fizeram suas trocas sem problemas e Ayrton continuava na frente tranquilo, agora seguido de Prost a uma distância que ambos mantinham entre 12 e 14s. Caffi, que corria bravamente apesar das dores no ombro (faltara a Phoenix devido a uma queda de bicicleta com fratura de clavícula), abandonava devido a falta de preparação física. Atrás de Prost, a 3s, ia Patrese, com 2s de vantagem sobre Berger. Mas, nada disto era notado. Na frente, Senna chegava em Nakajima para lhe dar uma volta. Normal. Mas, depois de esperar 4 curvas atrás do Tyrrell do japonês, Ayrton, com 12,5s de avanço sobre Prost, decide não esperar mais, até porque Naka-san lhe abre a passagem no "Bico de Pato". O japonês encosta à esquerda, os Pirelli pisam no asfalto com areia, derrapam um pouco, e ele não controla bem o Tyrrell, que volta para a curva, justo para onde Senna estava. O toque é inevitável, e o bico do McLaren voa. E com ele a glória de uma vitória em casa, e a esperança do público paulista.
Senna vai à box, troca de bico, e o povo emudece. Mutos saiem de Interlagos. Era demais para eles. Culpa de Nakajima? Ele confessaria mais tarde. Precipitação de Senna, que poderia ter esperado mais 3 curvas e ultrapassado na saída da "Junção", já que tinha 12,5s sobre Prost?
O que interessa é que a vitória fora perdida. Voltava à pista em terceiro, 27s atrás de Berger. Ainda se poderia esperar uma recuperação-foguete de Ayrton, tanto mais que fez a melhor volta logo depois da parada, mas o novo bico dava demasiado apoio aerodinâmico, desestabilizando o carro. "Não quis arriscar. Já era impossível ganhar, pelo que achei melhor assegurar-me do terceiro lugar, que serve as pretensões no campeonato".
Prost tinha 11s de vantagem sobre Berger, mas a 15 voltas do fim, este começou a atacar. Mas, depois teve de diminuir o ritmo: "Comecei a ter uma dor no pé, cada vez que freava, e depois comecei a sentir um ruído estranho, parecido com o de Phoenix, e pensando que era embreagem, abrandei".
Mas, as emoções não ficavam por ali. Piquet tivera uma troca de pneus ruinosa: o jogo de GoodYears que lhe montaram "era estranho, e o carro começou logo a sair de frente". Voltou a trocar à 48ª volta, baixando para 11º lugar. Mas voltou ao ataque, passando primeiro o seu colega Nannini, e depois chegando em Alesi. Os dois tinham decidido não trocar pneus, e já sentiam falta de estabilidade. A luta com Alesi foi emocionante, e Piquet só assegurou o sexto lugar na última volta, quando o jovem francês, com o carro já a sair demasiado de traseira, entrou na subida da reta de chegada um pouco largo demais, permitindo que Piquet, o passasse por dentro, ganhando o ponto por um comprimento. Patrese abandonaria, com uma rotura no radiador de óleo, enquanto Nannini pararia a alguns metros da chegada, com um pneu nas lonas, furado.
Agora, Prost, Berger e Senna esperavam no pódio a entrega dos troféus. Balestre já estava no aeroporto. Os pilotos esperavam no pódio. Sem saber o que fazer. Prost e Senna, mudos, evitando olhares mútuos. O Presidente Collor iria ao pódio, e teria de entregar a taça ao cerebral Prost, e apenas um abraço de consolação ao ansioso Senna. Foi uma pena a festa acabar assim. Mas, a F1 ganhou mais emoção, com as Ferrari e as Williams competitivas, e um Piquet lutador à espera do Benetton novo em Imola.

OS TOMATES DE BALESTRE Depois dos episódios de inverno, entre Jean-Marie Balestre, Ron Dennis e Ayrton Senna, poucos poriam a hipótese do Presidente da FISA ir a São Paulo, onde dificilmente seria bem recebido pelo público. Mas, Balestre tem peito, lá isso tem...e, "contra o conselho dos médicos para não fazer uma longa viagem de avião veio mesmo. No entanto, antes de viajar tomou duas providências "indispensáveis: Alarmado com as imagens dos noticiários da TV francesa, mostrando, como ridículo exemplo, os saques dos supermercados na sequência do Plano Collor, enviou uma carta ao Presidente da República do Brasil, Fernando Collor de Mello: "Fui informado pelos delegados da FISA das grandes dificuldades encontradas por todas as equipes e pilotos inscritos no GP do Brasil, etapa do Campeonato Mundial de F1 da FIA. Durante a recente visita a Paris, VExa e seu filho mostraram sempre grande Interesse no automobilismo e em seus campeões. Por esta razão tomo a liberdade de pedir a VExa para dar as necessárias ordens ao seu Governo de forma a que possa ser dado todo o apoio a todos os concorrentes do Campeonato Mundial. Eu próprio, apesar de um precário estado de saúde, decidi ir a São Paulo para controlar pessoalmente todas as condições que permitam o sucesso da realização de um bom Grande Prêmio." Como classificar esta carta? Bernie Ecdestone achou-a "uma ofensa ao povo e ao governo brasileiro", principalmente por sugerir medidas ao Presidente Collor. Antes de sair de Paris, Balestre enviou fax a Thamas Rohonyi, promotor do evento, a solicitar "Acolhimento VIP à sua chegada; transporte de helicóptero do aeroporto para a pista, ou escolta policial; apetrechos especiais no seu quarto de hotel, tais como assentos almofadados..." Na realidade, foi o próprio delegado Romeu Tuma Jr, que, a pedido do Ministério dos Estrangeiros, foi receber Balestre no aeroporto de Cumbica na manhã de sábado, com vários agentes federais, que o escoltaram sempre no autódromo, um dos quais com uma maleta que deveria esconder uma metralhadora. O seu passeio pelos boxes foi patético, perante as vaias do público da arquibancada, a quem fez questão de responder com o envio de um beijo. Pior foi sua conferência de imprensa. De uma falta de tacto, Balestre conseguiu deixar-nos a todos os jornalistas presentes bem irritados e ofendidos: "Infelizmente para os jornalistas que afirmaram que eu não podia vir porque tinha uma "bronquite política", aqui estou, contra as recomendações médicas. É que tenho o perverso prazer de enfrentar um público em delírio.  Gostaria de informar o público brasileiro que este é o nosso Campeonato Mundial, da FIA. Já tivemos problemas na Córsega com o Campeonato Mundial de Ralies e tivemos de lhes lembrar que se não fossem tomadas as medidas necessárias, ficariam sem o campeonato. E, olhem que eles são mais bravos que os brasileiros. Não nos atiram tomates, mas bombas. E, de qualquer forma, os brasileiros agora nem dinheiro têm para comprar tomates!... É a terceira vez que venho a São Paulo, e de todas as vezes - 1979 e 1980 foram pilotos franceses que ganharam o GP do Brasil!..." Que falta de chá! Nem mesmo os elogios feitos à construção de Interlagos conseguiram apagar essas frases infelizes.
ASSEMBLÉIA GERAL DA FIA: VOTO DE CONFIANÇA A BALESTRE.
DECISÕES DE COMISSÁRIOS: DEFINITIVAS De 13 a 15 de março, a A.G. da FIA e a Conferência Plenária da FISA aprovaram todas as decisões do Conselho Mundial da FISA quanto aos Campeonatos Mundiais de 1989 e 90 e as do Tribunal de Apelação Internacional (como se pode aprovar decisões de um tribunal?...); felicitaram os dirigentes da FISA; condenaram os ataques à FISA, sobretudo nos casos Senna e Le Mans; renovaram a sua confiança no Presidente Balestre; modificaram os estatutos do Tribunal de Apelação Internacional, passando as decisões dos Comissários Internacionais às provas dos Campeonatos do Mundo a ser definitivas, sem apelo.

VELOCIDADES MÁXIMAS
No segundo treino de qualificação, em km/h:
Intermediária / Linha de chegada
Sessão de pré-qualificação
R.Moreno 261,39 / 273,73
C.Langes 255,01 / 266,13
B.Gachot 253,87 / 268,37
G.Brabham 151,33 /

CIRCUITO JOSÉ CARLOS PACE
O autódromo de Interlagos foi oficialmente batizado com o nome do grande piloto paulista, com o descerramento de uma placa na entrada das boxes pela Prefeita Luiza Erundina, acompanhada da viúva de "Moco", Elda Pace, por Bernie Ecclestone, e vários amigos.

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